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domingo, 21 de dezembro de 2014

Diz-se que alguém, hoje, faz anos...

... Mas, eu, não sei de nada...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Serei a única mulher na face da terra a levar tanto tempo?

Tanto tempo a lavar os cabelos?! Sou eu que sou uma lunática assim que entro no banho e esqueço-me do tempo quando o assunto é lavar os cabelos (sim, porque quando é duche, cinco minutos (praticamente. Aliás, são mais que suficientes para esta tontinha)? Agora, quando o assunto é lavar os caracóis... aí os caracóis... oh, céus! Nunca é menos de vinte, trinta minutos. Uma carga de trabalho, portanto. É por estas e por outras que quando fui cortar os caracóis por estes dias, interiorizei que aos 40 anos farei um corte curto, bem curto. Assim pronto, pensei eu para o meu decote: "resolve-se o problema". E, verdade se diga,  será uma viragem. Não só de ano, mas de tudo, tenho a certeza. Bom, até lá, vou curtindo os meus caracóis longos e lindos, e tudo e tudo... Và, vou queimando os últimos cartuchos. É que ainda tenho uns aninhos pela frente. Poucos, mas ainda os tenho.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Alguns defeitos (sim, só vou escrevinhar alguns, porque são tantos, mas tantos, que enfim, seriam páginas e páginas seguidas de itens) desta (in)perfeita blogger!

- Teimosa. Como sou teimosa. Mas como já dizia o outro, para haver um teimoso, tem que existir outro. Isto é, para contra balançar a teimosia. Talvez por isso as ideias fixas e as convicções venham um pouco por arrasto.
- Impulsiva. Muito impulsiva. Com isto, vem por arrasto também estes apontamentos: falo o que penso. Não deixo para amanhã o que posso dizer hoje. Não mando recados por ninguém. As pessoas de uma forma geral, por norma, sabem o que podem contar em relação a este lado. Com os meus, quando há algo que não gosto, não me inibo em fazer-se notar.
- Sou muito do já. Do agora. Do imediato. Do «se é para fazer algo, então que seja já! Não para daqui a pouco ou para amanhã...». Irrita-me impasses e outras coisas que tais.
- Observadora. Observo tudo. Pessoas. Espaços. Enfim, tudo o que esteja ao meu redor.
- Distraída em locais públicos. Um contra senso para o item de cima, mas que tem explicação. Pois se estou num sítio específico calma e tranquila onde possa exercer tal "hábito" e faço com a maior mestria possível, já não se passa se estiver num vai-e-vem focada em algo e a dispersar dos "apêndices", passo a redundância.
- Não consigo disfarçar a minha áurea quando algo me incomoda. Será transparente a palavra adequada? Transparência aqui, nestes moldes é um defeito.

[...] 

domingo, 22 de dezembro de 2013

Obrigada!

Obrigada pelas mensagens aqui no blog. Obrigada pelas mensagens no face do blog. Obrigada pelas mensagens no e-mail do blog. Obrigada pelas mensagens no face pessoal. Obrigada pelos telefonemas. Obrigada pelos sms´s. Obrigada pela surpresa. Obrigada pelos miminhos-beijinhos-abracinhos. Obrigada pelos presentes. Obrigada pelo amor. Obrigada pelo carinho. Obrigada pela amizade. Obrigada pelo conforto. Obrigada por existirem na minha vida. Obrigada, por me fazerem sentir assim, tão especial. 

Estou de coração e alma cheios.
Um enorme bem-haja a todos vocês!

sábado, 21 de dezembro de 2013

Disse-que-me-disse de última hora!

Não sei de nada, mas andam por aí uns zuns-zuns que hoje, é o aniversário da Essência [...].

Continuo a não saber de nada, mas não acham bem já que vieram cá, e estão a ler estas tontices todas, então, darem-lhe os parabéns, encherem-lhe de miminhos e tudo-e-tudo? É que outros zuns-zuns que andam por aí à solta, é que ela, neste dia, fica toda toda mimalhoca e tudo mais, e que quem, efectivamente gostar dela, só vê um caminho: dar-lhe tudo de bom. Ora, como ressalvei, eu não disse nada, shiu!...
[Parabéns, a mim.]

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Eu!


- Gosto de cozinhar. Gosto. Tanto gosto de cozinhar comidas como fazer sobremesas. Até sopas, depois de tanto experimentar, hoje em dia faço sopas deliciosas - a minha Zunfinha que o diga. Já a primeira sopa - ainda ela era uma bebé -, a primeira irá sempre ficar na retina... Não é minha RJ? -. Ora que gosto de inventar na cozinha. Gosto de experimentar as receitas que sei, as que aprendi através da minha mãe, como as  que tenho das muitas receitas das revistas, gosto de pôr a minha colher, literalmente. No final, fico sempre ansiosa para que as pessoas experimentem e digam: "Essência, está divinal!" - E, modéstia à parte, acontece na grande maioria das vezes. Sou tramada, fico atenta para perceber as reacções enquanto estão a provar, para que quando abrirem a boca e sair uma frase de elogio ver se coincide com as expressões faciais e tudo mais que estão a fazer. É que preciso de um bode expiatório sempre para provar as minhas maluquices, pois enquanto cozinho, não gosto de provar nada. E depois faço tudo a olho. Enfim, manias, manias de uma tonta armada numa chefe Cuca.
- Gosto de receber amigos em casa. Gosto e dá-me imenso prazer pôr a mesa com aqueles guardanapos temáticos. As velas. Os cheiros. A música. As entradas. Em suma, efectivamente, dá-me gozo receber as pessoas que gosto em minha casa, e gosto de perceber que elas se sentem bem, confortáveis. Gosto de serões assim, intimistas.
- Não gosto de vestir dois dias seguidos a mesma indumentária. Não gosto. Posso usar a mesma mala. Posso usar os mesmos sapatos. Até posso usar os mesmos acessórios, mas não a mesma roupa. Outras manias que tais.
- Não tenho paciência para maus profissionais. Principalmente quando estou a pagar um serviço. Seja ele qual for. Dou poucas benesses. Sinceramente? O nosso país em termos de serviços e profissionais - principalmente os públicos - deixam muito a desejar. Mas sobre isso há um fio condutor! Ou seja: quem emprega e não dá a devida formação. Quem é atendido e quando é mal atendido por não se querer chatear deixa por isso mesmo. E por fim, a própria pessoa que está a prestar o serviço, que é mau profissional. E, a meu ver, isso tem somente a ver com a índole desse ser, pois quando se é bom profissional, é-se a lavar escadas como num banco. Porque cada trabalho tem a sua ciência, as suas responsabilidades, umas mais que outras obviamente, mas à sua maneira todas as profissões têm. Por isso, depende essencialmente de quem abraça determinado posto e lhe dá o seu cunho, para o bem ou para o mal.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Eu!


- Dou por mim muitas vezes a sentir saudades da minha infância. Saudades que esmagam o meu peito e as minhas emoções. Talvez porque vivi tudo com ganas. Porque fiquei com momentos, apontamentos cravados em mim. Porque sou uma lamechas incorrigível. Porque sou uma piegas de igual modo. Mas não faz mal, lido bem apesar destas sensações e emoções todas virem assim, sem pedirem licença - quase -. Ontem dei por mim a recordar as imensas tardes que tinha a brincar ao monopólio. Tinha um mal perder, oh céus! Se estivesse a ganhar, eram sorrisos, eram gargalhadas e afins que até metia nojo a quem estivesse a perder. Agora, se estivesse a perder, carago, era umas trombas de meio metro e o mau feitio vinha logo logo ao de cima. Incrível, mas verídico. Perder, nem a feijões! Hoje lido bem melhor com isso, mas claro que prefiro ganhar - risos -.
Fecho o olhos e sinto saudades do cheiro da carcaça que parece que nos dias que correm perderam aquele característico cheiro a pão. Hoje parece sei lá o quê! Compra-se o pão agora daqui a umas poucas horas e o raio do dito já parece pedra. Sinto saudades da carcaça com marmelada. Sinto saudades da carcaça com a marmelada e o copo de leite fresco, bem fresco. Sinto saudades de comer a atropelar as emoções e o tempo para ir brincar.
Sinto saudades do assobio. Fecho os olhos e oiço aquele assobio. Sinto saudades do som da bengala. Daquela bengala... Sinto saudades do boca doce. Sinto saudades do arroz doce. Oh, o arroz doce... Sinto saudades das histórias do arco da velha. Aquelas histórias que deixavam-me de olhos arregalados e os sentidos todos em sintonia. Sinto saudades dessas saudades. Sinto, muitas!
- Prezo as relações. Prezo os laços criados. Associo-os como plantas que têm que ser regadas para não morrerem - apesar de estar escaldada. Fará se não estivesse  -.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Eu!


- Gosto de pessoas que sabem para onde vão e onde querem ficar. Que sabem o caminho exacto que querem percorrer. Pessoas com atitude, com assertividade, gosto. Aliás, mais que gostar, admiro!
- Hipocrisia, detesto! Oh como detesto! Quando vêem criticar, apontar o dedo e enumerar os erros cometidos a terceiros como se fossem os donos da verdade, os senhores do mundo e depois, depois como se sofressem de amnésia, vão e fazem exactamente o mesmo, quer dizer, é a cereja no topo do bolo.
- Rituais, tenho e não abdico. Um deles passa por pôr perfume no pescoço. Frente e trás. Punhos. Cabelos, ligeiramente. Ponho no corpo e não na roupa. Enfim, manias.
- Continuando ainda nos rituais, quando me vou deitar durmo de cabelos soltos. Mesmo que ande por casa com os cabelos presos, aliás, é quase sempre assim, porque não gosto de estar na cozinha com os cabelos soltos, nem fazer as minhas coisas com os cabelos a dar a dar. Incomoda. Vão os caracóis para a cara, irrita-me. Logo, prendo-os, pronto.
- Não gosto de andar de avião. Quer dizer, não é bem não gostar, mas antes sofro quando ando. Sofro bastante com os ouvidos. Sofro com a pressão que é exercida quando se está em plena altitude. Oh, como sofro. Fico cheia de dores de cabeça, cheia de dores de ouvido. Um suplicio. No entanto, para mal dos meus pecados, gosto de viajar, conhecer outros lugares, outras culturas. Tenho que andar sempre na corda bamba em picos de pés quando o assunto é viajar. Só comigo.
- Não gosto da mentira deslavada. Aquela que a pessoa quer simplesmente fazer o outro de otário. Aquela mentira desnecessária. Aquela mentira quase compulsiva que quando a própria pessoa pensa nela até sente vergonha de ter usado. A mentira é feia, é. A omissão também não é muito bonita, menos grave é certo, no entanto lá tem o seu cunho de responsabilidade. Porém, tem é outra interpretação, também é certo. Contudo, quem nunca mentiu? Quem nunca omitiu algo? Quem nunca num momento ou outro da sua vida infelizmente não teve que usar tal "arma"? Pois. Não é isso que está aqui em questão. Mas sim a mentira só porque sim. É bom ficar esclarecido.
-  Felizmente sou pessoa de se moldar a qualquer situação que a vida faça questão de testar. Infelizmente já tive algumas provas e sempre - até à data - consegui estar à altura. Contudo, elas não matam, mas moem. Vamos ver daqui em diante...
- Tenho um grande defeito. Um grave defeito. Hoje sei que cometi vários erros crassos. A duras penas cheguei a esta brilhante conclusão. Preocupo-me com os demais à minha volta. Vivo os seus problemas como meus. Tento a todo o custo ajudar, estar ali. Há alturas em que esqueço de mim, incrível! Um erro. Um grande erro. Um grave erro. Sim. Hoje também tenho a convicção que estou a mudar em relação a isso. Estou a ficar imune aos problemas alheios. Se é bom? Talvez não seja, mas mau também não é, de todo. Isto porque acabamos por ser e agir consoante a acção dos outros para connosco. No entanto, tenho a consciência tranquila de tudo o que fiz. Assim como tenho plena consciência da minha postura de agora. É o que me basta, a minha consciência.
- Tenho a mania de lavar os dentes depois de todas as refeições. Ora que quando não consigo - mediante o sítio que esteja - arranjo sempre maneira de tirar 5 minutos e ir ao WC e pelo menos passar o fio dental. Não gosto de ficar o dia todo sem lavar os dentes, sinto-me mal, sinto-me suja é estranho. Assim como assim, com o fio dental sempre ameniza a situação.
- Tralhas que faço questão que andem comigo para todo o lado fora de casa. Mala grande, portanto: mala pequena com: fio dental - a minha mania é tramada que querem? -, perfume - só ponho quando saio de casa, mas gosto que ande comigo, outra mania -, tampões, pensos higiénicos - pois nunca sei quando o dito chega -, uma lima - não vá ficar com uma unha desfiada ou outra coisa que valha -, as minhas bombas - são imprescindíveis por todas as razões existentes! -, outros apontamentos soltos na mala grande: agenda, estojo com lápis e canetas e outros afins do género, livro que esteja a ler, óculos escuros - não sou ninguém sem eles. Sofro com o sol a bater nos olhos. -, outra mala pequena: as tralhas todas - poucas - de pinturas. Um leque - para os dias quentes -, outra mala pequena: carregador do telemóvel - não vá o diabo fazer das suas -, MP3 - música, respiro-a! - com isto, a mala grande, pesa chumbo, mas são apontamentos necessários, pronto. E com isto, nota-se que ando com uma mala grande e não-sei-quantas malas pequenas a separar todas as tralhas para que não fique uma zona pegada. É que também aprecio a organização, muito!
- Hoje é dia 21 de Março. Hoje para mim é o dia que entra a Primavera. Venha quem vier, há-de ser sempre a 21 de Março a chegada dela. Assim como outras datas que tais que marcam a nossa história! Há apontamentos que fazem parte de nós, como sociedade. É uma identidade única assim como o nosso ADN. Este apontamento quase nota de memória vem pela polémica de oficializarem a Primavera a 20 de Março. É que aos poucos estamos a perder a essência. Estamos a deixar escapar por entre os dedos tudo...
- Auto-disciplino-me! Quando vou às compras, só com lista e comprar o que efectivamente está no papel. Evito andar com muito dinheiro na carteira. Ando com o mínimo. Isto porque quanto mais temos ao vivo, mais se gasta, é certo. Estúpido, mas é o que acontece. Há o cartão para alguma eventualidade, mas quietinho até ser chamado à linha da frente - risos -. Assim sendo, é esta a volta que arranjei para controlar-me. Temos que saber nos reinventar...

[...]

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Minimalista


Dei por mim a notar que não sou nada minimalista. Aliás, muito pelo contrário. Gosto de guardar tudo que me diga algo. Nomeadamente, roupas. Aquelas, mesmo que não use na estação actual, ou a seguinte e por aí adiante, guardo. Então, se for aquelas peças muito particulares, não consigo dar. Muito menos deitar fora só porque sim. Confesso, tenho um roupeiro grande só para as minhas roupas e acessórios. Tenho um bengaleiro onde está literalmente cheio com chapéus, malas e cachecóis. Posso não usar mas, lá estão. Porque os comprei, outros me foram oferecidos e outros tantos, porque simplesmente não me consigo desfazer deles. E lá permanecem...
O mesmo se passa com os sapatos. Tenho pares de há anos. Vá, também sou muito cuidada com o que é meu. Estimo tudo o que tenho. Tenho peças desde a adolescência. No entanto, para mim, não se perdem no tempo, muito pelo contrário. Consigo perfeitamente usar um vestido que comprei há 5 anos a trás, por exemplo. Desde que me sinta bem com ele e que, principalmente naquele dia, esteja com espírito para o envergar, excelente! É o que basta. Pois demore o tempo que demorar, mediante a vontade, dou uso a tudo, mas a tudo o que tenho.
Mudando de secção. No outro dia, estive a arrumar gavetas. E, eis que encontro numa das gavetas, postais, fotos perdidas, cartas de outrora... não me desfiz, nem me desfaço do que quer que seja, pois fazem parte da minha história de vida. Porque, em cada postal, fotografia, carta está um momento, uma pessoa, um cheiro, um sentimento espelhado no objecto, e isso para mim diz muito. Acima de gostar, quiçá querer guardar o que quer que seja, este acto, reflecte o respeito do que passou. Pois independentemente do começo-meio e fim, o respeito prevalece, sempre! (Ou deveria)
Há tempos, caiu-me de uma das portas do roupeiro, uma almofada daquelas, do tempo de namoro e, com aquela peça, pude constatar isso mesmo. Assim como as bonecas de pano que me foram oferecidas no contexto certo. Mesmo que agora, esse contexto, já não faça sentido no actual, ali estão marcados os momentos do dia que vieram parar às minhas mãos... até hoje.
Em suma, a constatação é gritante de que sou tudo menos minimalista. Oh, oh! A prova consiste nas gavetas cheias de "tralha". O roupeiro, idem-idem-aspas-aspas. A arrecadação, ui, nem se fala. E isto tudo porquê? Porque para mim o que basta, é ter espaço para guardar tudo o que me é importante, mesmo que os tais objectos não façam sentido no presente, o que sei, é que já fizeram no passado. No futuro, apesar de ter as lembranças na memória, o real, o concreto, também têm o seu espaço. Em mim, pelo menos.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Íntimo


Dói-me a alma. Sinto um nó na garganta que parece que vou sufocar com tanta pressão existente em mim. Sinto-me vazia. Sinto-me impotente. Sinto uma revolta tão grande, que o impacto que causa, é a sensação que a qualquer instante irei explodir. Sinto a justiça a escapar-me pelas mãos, pela vida. Sinto-me só. Sinto-me num turbilhão de emoções que pareço uma montanha russa, cheia de altos e baixos. Às vezes, sinto-me presa, como se estivesse num beco sem saída. Aí, o desespero instala-se. A mente, flutua em lugares estranhos, sombrios. No entanto, no meu limite, acabo por sentir uma força imensa que me puxa e dá-me alento. Mas, mesmo assim, sinto-me uma pessoa má, por sentir raiva, repulsa. Por não ter nem dó nem piedade, por nada nem ninguém. Por desejar a quem é de direito, tudo ou mais de ruim que tive. Quero chorar, mas as lágrimas não escorrem mais pela face. Secaram... quero gritar, mas o som estridente não sai. A garganta arranha. O som, fica embrenhado pelos pulmões. E dói,  dói quando faço um esforço sobre-humano para libertar a angústia que há em mim. Quero barafustar, mas os movimentos prendem-se. Quero exprimir, mas as palavras perdem-se algures pela minha mente. Sinto-me burra, ingénua em ter acreditado no próximo. Em acreditar, simplesmente. De ter pago e, continuar a pagar por erros alheios. Pois sinto, que este pesadelo nunca terá fim. Olho para trás, e sinto uma mágoa profunda, de tudo o que me foi roubado, e tudo o que tive que deixar para trás. A vida, os sonhos, as ilusões, a família, o porto-seguro. Sinto-me desprovida do amanhã. Sinto-me nua e crua. Sinto-me neste momento sem essência.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Eu!


Gosto de cheiros quentes, porém, suaves. Gosto de esmiuçar tudo ao pormenor. Por vezes ir à exaustão. Gosto do perfeccionismo. Sou bastante, confesso. Demando muito de mim e muito dos que me rodeiam. Gosto da ponderação, mas também gosto do impulsivo. Os dois quando se cruzam, são explosivos. Gosto desse misto, confesso também. Gosto da adrenalina. Gosto de sentir o coração a palpitar, de sentir o nervoso-mete-nojo. Ter a cabeça a mil da excitação do momento, gosto. Gosto de devaneios. Gosto de explorar, sem complexos, sem medos, procurar o prazer. Gosto das tontarias saudáveis. Aquelas que nos deixam de expressão marota e com borboletas no estômago. Gosto de observar o que há partida não é observável. Aqueles pequenos apontamentos. Tais como, os movimentos corporais. Falamos com o corpo, e nem sempre nos damos conta disso. Quiçá da mensagem que passamos. Pois há alturas que estamos desprovidos de tudo, simplesmente. Aprecio a profundeza do olhar. Cada ruga de expressão, onde está localizada. Gosto do hoje, mas não me esqueço do ontem e foco-me no amanhã. No entanto, sempre com ponderação e, tenho em mente um lema, "viver um dia de cada vez". - Contudo, nada é deixado ao acaso. Mesmo quando é pensado o contrário. Pois não sou pessoa de falar só porque sim do que pretendo fazer, mas sim de agir. Gosto de vozes. Fascina-me o timbre de cada ser. Há vozes estonteantes. Melhor ainda, quando a dicção é perfeita. Gosto do som de uma gargalhada. Gosto de ver um sorriso rasgado. Gosto de gostar. Gosto de cuidar. Gosto, simplesmente. Gosto de mim. Oh, como gosto... até porque, para termos essa capacidade, e conseguirmos também gostar dos outros, temos de gostar de nós, primeiramente. Temos que nos respeitar e dar ao respeito. Temos que nos aceitar, tal e qual como somos, para que os outros também nos aceitem. Só assim, fará sentido passar essa convicção para terceiros. Em suma, não deixar na penumbra a nossa essência. Pois ela é a nossa luz, a nossa identidade. Sem ela, não somos nada nem ninguém!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Eu!


E cá estou eu novamente a "despir-me"...

- Não tenho um estilo definido. Moldo-me consoante o ambiente, estado de espírito e afins. Pois o que nos faz não é um modelito, mas sim a nossa essência.
- Gosto da cor vermelha. Mas peças muito pontuais. Assim como uns sapatos ou mala.
- Gosto de fotografia. Aquela imagem exacta que é captada. Só porque sim, ou porque tinha que ser. Porém, todo o momento que fica para trás daquela imagem (concerteza), que não sairá da memória. A fotografia, a preto e branco, acho um charme!
- Detesto gritos! Detesto conversas onde as pessoas têm tendência a falar alto e, onde para os gritos entrarem é um ápice. Por norma somos nós que nos adequamos ao momento e, não o contrário.
- Não gosto de comida insonsa. Quando vou jantar fora, lá estou eu com o saleiro em punho.
- Sangria, dou 5 tostões.
- Não gosto de comida de um dia para o outro. Como, mas evito. Como evito? Não fazer em casa grandes quantidades. Isto porque para mim, a comida feita na hora tem outra qualidade. Comida requentada, naaa... assim como a comida fria. Oh céus! (Eu sei, eu sei que quando vier a fome, sim não falta muito para chegar que vou morrer à fome. Ou não. No desespero fazemos coisas que nem nos passa pela mente. No entanto, eu sei, que sou uma-não-me-toques, ao que toca a este assunto)
- Gosto do silêncio. Gosto de estar sozinha em casa. Gosto de ir a uma esplanada sozinha ou até à praia. Gosto de estar só comigo e com os meus pensamentos. Tenho momentos em que preciso de estar comigo mesma! Aliás, quem não os tem? Mesmo aquelas pessoas que têm medo da solidão. Como em tudo, também faz parte de todo um processo individual.
- Gosto de peras verdes. Duras. Daquelas que quase nos partem os dentes. Essas mesmas! (Risos)
- Bacalhau à Brás. Humm... salivo só de pensar... como e como... poucas quantidades, mas repito sempre.
- (Aproveito o embalo da comida), Adorooo salada de polvo. Assim como marisco. Oh céus! (De preferência, descascados ;))
- Cerveja, detesto! Assim como não gosto de ver uma mulher a beber. Se for pela garrafa então... acho que lhe tira todo e qualquer charme. Pronto, que querem? É algo que de facto me faz espécie.
- Observar as pessoas, gosto! Os seus gestos, andar, olhar. Retira-se tanto da personalidade de cada um só com a observação atenta. Nem imaginam...
- Gosto de andar a pé. Adoro fazer caminhadas. Posso caminhar horas e horas... com música então, perco-me no tempo, completamente.
- Gosto de torradas de pão saloio e, aparada.
- Como sofro andar de avião... nem pastilhas, nem tampões ou diabo à quatro! É um tormento só.
- Física, sou extremamente. Oh... tenho que estar sempre a tocar, sentir e tudo e tudo... beijar, como gosto de beijar... beijoqueira em acção, eu em pessoa sou... entre outros entretantos, pois... (oh céus!)

Só predicados bons, portanto. (Risos)
Fico-me por aqui. É o melhor...

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Se eu fosse...


Se fosse uma hora do dia: O entardecer. Fascina-me a imensidão de cores que o pôr-de-sol passa.
Se fosse um astro: Sol (Oh, porque será?...)
Se fosse uma direcção: Seria, em frente. Mas por vezes, também temos que andar para trás, para retomar novamente o rumo.
Se fosse um móvel: Uma cómoda. Onde guardamos aqueles pertences delicados e, tão nossos...
Se fosse um líquido: A coca-cola. De quando em vez lá marcha uma. 
Se fosse um pecado: Seria, a luxúria. Para pecar, ao menos que seja com prazer.
Se fosse uma pedra: Topázio. Linda e vistosa.
Se fosse uma árvore: Um bonsai. Já tive um, mas por falta de formação acabou por morrer.
Se fosse uma fruta: Um morango. Docinho, docinho.
Se fosse uma flor: Uma orquídea. Delicada, mas altiva como ela só.
Se fosse um clima: Seria ameno, mas a fugir já para o quente, vá.
Se fosse um instrumento musical: Uma harpa. Gosto de sons melodiosos.
Se fosse um elemento: O fogo. Quentinho, quentinho.
Se fosse uma cor: Seria, azul.
Se fosse um animal: Seria, uma águia. Altiva e independente como ela só.
Se fosse um som: Seria, o som das ondas do mar.
Se fosse uma música: Happy de Leona Lewis.
Se fosse um sentimento: Seria, o desejo. Não magoa, só retira prazer.
Se fosse um livro: Nicholas Sparks, "As Palavras que nunca te direi".´O li 3 vezes e, dessas vezes, chorei desalmadamente, bolas!...
Se fosse uma comida: Seria, caldeirada à Essência. (Um dia posto a receita)
Se fosse um lugar: Seria, uma planície alentejana. Melhor um monte Alentejano. Isso, seria um monte.
Se fosse um gosto: Seria, picante, ou agri-doce. 
Se fosse um cheiro: Seria, os perfumes que uso. Amor Amor de Cacharel e Light Blue de Dolce & Gabbana
Se fosse uma palavra: Amo-te.
Se fosse um verbo: Viver.
Se fosse um objecto: Seria, um livro. Cheio de vivências e histórias.
Se fosse uma peça de roupa: Seria, umas calças de ganga. Roupa prática faz falta em qualquer guarda-roupa. (Risos), Sem falar que é uma peça que fica bem em qualquer conjunto.
Se fosse uma parte do corpo: Olhos grandes e pestanudos.
Se fosse uma personagem de desenho animado: A Ariel - "Pequena Sereia".
Se fosse um filme: Em miúda, vi vezes sem conta o "Flash Dance". Ficou-me...
Se fosse uma forma: Oblíqua. (Risos)
Se fosse um número: 21. Gosto de números ímpares. Assim como gosto do 5.
Se fosse uma estação: Verão, ora!
Se fosse uma frase: (No meio de tantas), "Pedras no caminho? Guardo-as todas. Um dia, vou construir um castelo." - Fernando Pessoa.

Este testamento foi rapinado (aqui).

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Coisas pontuais desta blogger


Gosto, uso e abuso dos ganchos! Dá um toque super charmoso a qualquer apanhado e o resultado final fica sublime.


Pois é, pois é... os pés da Essência volta e meia lá estão acompanhados com este pequeno, mas muito delicado acessório, anel de dedo. Isto porque não só são os dedos das mãos que podem estar "vestidos". Os dos pés na minha óptica, podem e devem se assim se gostar. O que por estes lados é uma constante.



Sempre que ando de braços despidos, é uma bracelete a dar o ar da sua graça por onde quer que vá... dá um ar super tranquilo e feminino. Sem dúvida, que entre os restantes adereços mencionados, é mais uma das marcas registadas aqui da Essência.


Uso os anéis sempre na mão direita e no dedo anelar. Muito de quando em vez uso também no polegar. Nice.

E assim como assim, lá me vou "despindo"...

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Essência de A a Z



Vi este inquérito (aqui), e achei bastante nice. Assim como também achei uma excelente forma de ir ao meu EU e, deitar cá para fora determinados apontamentos.

Estão preparados? É que é um testamento e tanto... depois, não digam que não avisei.
Então, vamos lá.

A- Abraço: Um gesto que assim à partida parece tão simples, mas que é tão grandioso. Um gesto que damos tanto de nós. O nosso aconchego. O nosso calor. A nossa energia. Nos damos. Nos entrelaçamos numa complicidade que é criada por aqueles segundos que ficamos unidos. Um gesto de partilha. Um gesto tão particular. Um gesto tão nosso. Oh, como gosto de abraçar.
B- Balanço: De quando em vez lá faço um balanço das minhas acções, dos meus ciclos. Dá-nos sempre uma perspectiva mais clara de nós, assim como de tudo existente.
C- Calma: Palavra esta que é tão pequena, mas tão sábia. Tenho aprendido ao longo dos tempos a ter. Eu que sou uma impulsiva nata. Eu que tenho o coração na boca, tenho aprendido sem dúvida alguma a ter calma. Muita calma...
D- Doces: Não sei se posso me considerar uma gulosa. Gosto de certos e determinados doces, mas não como todos os dias. Passo bem sem eles. Porém, quando tenho vontade, gosto de saciar o desejo. E mais! Não gosto de me sentir culpada por estar a comer. Apesar de que por norma partilho (vá, uma forma de dividir o acto), mas acredito que, tudo o que seja com conta, peso e medida só tende a ter bons resultados.
E- Espelho: O melhor amigo da mulher (ou não), depende dos dias.
F- Filha: A minha Zunfinha que é o ser que mais amo nesta vida. Estes 5 anos têm sido de conquistas, descobertas, aventuras, diabruras e tantas coisas que tais que só a minha Zunfinha consegue fazer e despertar em mim. Obrigada filha.
G- Gargalhada: Aquela vinda cá do fundinho. Aquela que sai com um gosto de felicidade, de espontaneidade. Aquela que vem com um sorriso rasgado que contagia quem está à volta. Aquela que sai só porque sim. Sim, aquela...
H- Hino: Em jeito de desafio, quem estiver a ler este inquérito, que tente cantar o nosso hino. (Risos)
Eu tentei e confesso, fiquei a meio. Troquei as voltas e mais não sei quantos, e às tantas, basicamente, constatei que só sei o refrão. Tudo o resto, vá, mais para o meio da música é que me esparrei ao comprido. Oh céus! (Então, o hino, está na ponta da língua?)
I- Inverno: Amor/Ódio. É o que sinto por esta estação. Por um lado, gosto das tardes que ela porporciona de frio e chuva. Com isto, convida os demais, para um serão à lareira, um filme, uma manta para enroscar e, entre outros entretantos...
... Porém, também aprecio bastante o vestuário nesta época. Isto porque sempre digo que, para se ver alguém realmente bem vestido e, se tem bom gosto é no Inverno. Pois nos obriga a ir mais ao pormenor das peças, acessórios e afins. No Verão, basta uns chinelos, uns calções e uma t-shirt e está a vestimenta feita. Eu, por exemplo, ando na altura da praia basicamente de pareo e bikini. (Exemplos à parte)
Por outro lado, detesto o Inverno! Pois detesto o frio, a chuva (mesmo que faça falta e tudo e tudo), mas o certo é que, não me dou bem com esta estação. Ando sempre doente e, sem falar que é altura do ano que andamos mais cabisbaixos. Um tédio de facto! Sem dúvida que sou mais Primavera/Verão. Vá, o Outono também não desgosto, mas o Inverno...
J- J***: J, inicial do nome da minha Zunfinha. O que significa alegria.
K- Karma: O meu, sem dúvida, são as mulheres! Oh céus!! (Teorias à parte, claro. Pois dava pano para mangas)
L- Luz: Gosto da luz do dia. Gosto de casas soalheiras. Gosto de ver a luz ao fundo do túnel. Porém, a luz da vela, tem ganho em mim um destaque incrível! Talvez pelo lado misterioso que tem... talvez seja isso...
M- Mar: Que sinto-o como meu, tão meu! Olhá-lo, perco-me em pensamentos... vislumbro a sua beleza e fico com os sentidos apurados somente para captar o seu som que me emprenha pelos ouvidos e parece um embalo constante. Tranquila, é assim que me sinto junto dele. Comunicar com ele por pensamento... oh, que bem que me faz... o mar, o meu mar... o meu porto-seguro.
N- Nunca: "Nunca digas nunca!" - Bem dito, bem certo! Não gosto de utilizar esta palavra pois é tão definitiva, tão ponto final que às tantas (muitas vezes), nem nós próprios sabemos efectivamente se isto ou aquilo (no momento), é o fim, ou se vale ou não a pena fazer, acontecer. Então, às tantas, o mais certo é, deixar fluir e não repelar. Depois do acontecimento, logo se vê que decisão tomar.
O- Orquídia: A minha flor preferida!! Tão delicada, mas também tão imponente. Orquídias, sempre!
P- Praia: Confesso que já fui doida por praia. Dava 5 tostões para estar o dia todo estendida na toalha. Fiz aquelas doidices que (acredito), que todos fazem que é, pôr bronzeador em vez de protector. Estar na hora de maior calor a torrar. E tudo para quê? Para um bronze rápido e visível. Porém, esquecemo-nos do mal que faz, não no imediato, mas a longo prazo. Hoje em dia sou mais contida, confesso também. Só consigo estar no máximo 2 a 3 horas e com protector. Sim!! E nunca a baixo do factor 30. Contudo, contínuo a gostar. Com mais consciência é certo, mas também com mais qualidade. E o bronze, esse, fica sempre. Não tão rápido, mas também a minha pele queima logo. (Os genes, puxa, oh oh!)
Q- Queijo: Em miúda, não comia queijo. Pois pensava que ficava esquecida como reza a lenda. Hoje, depois de ganhar juízo (mais valia não ter ganho), sou uma devoradora de queijo. Então se for queijo derretido no forno com oregões, humm... (salivar)
R- Rabojice: Oh céus! Sou eu, em pessoa! Se estou naquela altura do mês... (sem falar nos dias normais...), ui, abram alas. Implico com tudo e com nada. Tudo me faz confusão. De pequenos nadas, ou nadas faço um cavalo de batalha. Eu sei, eu sei que, quem estiver nessas alturas comigo, devia receber um prémio de paciência. Pois eu fico um diabo em pessoa. Oh feitiozinho mais lixado este, o meu!...
S- Silêncio: Sabe-me pela vida, naqueles dias mais stressantes. Ou porque simplesmente o estado de espírido assim pede, silêncio. Assim sendo, nada como estar sossegadita no meu canto.
T- Talismã: Para mim é, um broche em forma de folha da minha Aldinha. 
U- Uva: Humm... uvas com queijo... é qualquer coisa de transcendente. Ah! E, já agora, acompanhado com um vinho... ai, ai...
V- Vento: O vento e eu e eu e o vento. Oh céus! Detesto!! Então, quando estou de cabelo solto e contra o mesmo e ele dá-lhe para vir para o meu rosto... Grrrrr, passo-me!! "Comer" cabelos, não, obrigada!
X- Xaile: Pequeno e trabalhado de cor castanho. O xaile da minha Aldinha que tenho no meu quarto, pendurado no biombo. Tirando a bengala, o xaile é o que me resta dela, tirando as recordações que estão aqui que serão sempre, intemporais...
Z- Zen: Ultimamente (por incrível que pareça), é assim que tenho estado. Ironico, mas um facto!


Ufaaaaa... eu avisei.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Desafio para ter bolinha no canto (humm... deixa pensar em que lado... isto de ficar baralhada com o lado direito e o esquerdo tem muito que se lhe diga...), ok, esquerdo!


Portanto, o blog hoje tem o aviso a menores. Não quero cá ser causadora de traumas e mais não sei quantos. Quem violar as normas, o problema passa a ser seu! (Risos)

Tirei o desafio (daqui).
Bem, sem demoras, pois o inquérito parece ser upa, upa... vou engolir em seco e responder sem pensar muito. (É melhor!)

1) Qual foi a última vez que fizeste sexo?
Risos... mas, o que isso vai contribuir para a felicidade dos demais? Não gosto de causar inveja, naaa... depois ainda sou acusada de ser uma gabarolas e tal... não posso ser má a este ponto. Não convosco.

2) Gostavas de fazer sexo com mais do que uma pessoa ao mesmo tempo?
Não descarto a ideia. De todo.

3) Umas boas palmadas naquela hora certa... Gostas?
Tudo que seja na hora certa, parece sempre sábio.

4) A favor ou contra o uso de palavrões durante o acto sexual?
Tudo o que seja para o bem-estar do momento a dois é sempre bem-vindo. Afinal, são meras palavras... que lá está, no momento/contexto certo, sabe bem ouvir.

5) Dominar ou ser dominado/a?
Ambos. Parece-me mais justo.

6) Onde gostas mais de ser beijado/a?
Pergunta difícil esta... se eu disser que sou muito física, respondo?

7) Sexo oral. Um prazer acrescido ou uma variação pouco usada?
Prazer acima de tudo!

8) Qual o lugar menos óbvio onde fizeste sexo?
Risos... foi aí mesmo! No lugar menos óbvio.

Até que não custou nada!
Ora, tinha que passar a 10 blogs, mas vou deixar ao critérito de quem achar por bem responder a este inquérito. Porém, adianto, não custa nada!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Eu!


Hoje, particularmente hoje, apetece-me ser egoísta e olhar somente para o meu próprio umbigo. Apetece-me falar de mim na primeira pessoa.

- Gosto de figos. Quando como, chego ao ponto de ficar com os lábios gretados do leite que deitam, mas não me importo pois sabem-me pela vida!
- Amo o mar. Oh como o amo... sentir o cheiro da maresia assim como o som das ondas. Perco-me na sua imensidão. Perco-me no tempo, nos meus pensamentos que são mais que muitos quando procuro o seu aconchego. Amo...
- Música, sou um rouxinol rachado, mas feliz quando o som emprenha nos meus ouvidos. Não sei o que é o meu dia sem ouvir música. Melodia constante no meu dia-a-dia.
- Dança, dou 5 tostões para pôr o esqueleto em movimento. O meu corpo fica em sentido mal sente a vibração do som.
- Ler, vivo a leitura! Gosto de visualizar a história assim como os sítios mencionados. Gosto de sentir os cheiros. Gosto de sentir cada emoção transcrita. Gosto de sublinhar aquelas frases que para mim são chave. "Riscar" o livro, só assim faz sentido a leitura. E voltar ao livro numa segunda leitura e encontrar as frases riscadas, tem sempre uma perspectiva mais apurada da história.
- Gosto de usar o mesmo perfume. Às tantas, se torna o clone da nossa essência. Uma referência individual. Verão, Light Blue de Dolce&Gabbana. Inverno, Amor, Amor de Cacharel.
- Filmes de terror, amor e odio. (Risos): porém, fico em pulgas por ver. Enrolada na manta, só os olhinhos a dar a dar e lá a Essência absorve tudinho. Pipocas ou gomas têm que ser presença fulcral no cenário.
- Sonhar, perdi (de certa forma), vontade-gosto-fluidez para... estou mais realista. Se é bom ou é mau? Pois, não sei... só sei que é assim que estou! Quem sabe um dia volte a ter o acesso directo à utopia, quem sabe...
- Café, cheio! Já que o abatanado desisti de pedir. Era sempre um stress. Ou não sabiam o que era ou serviam mal o raio do café. Assim é café cheio e o assunto está arrumado!
- Gosto de conduzir! Gosto de sentir as mudanças. Pé de chumbo, oh céus! Gosto de cantar no carro. Aproveito o trânsito (pára/arranca), para pintar-me. (Temos que nos desenrascar) (Pensamento do macho: mulheres!) (Risos)
- Acreditar, deixei de acreditar piamente nas pessoas, nas coisas. Sou muito de porquês para tudo. Esmiúço tudo à minha volta. Desconfiada com tudo e todos, sim, mas nada nem ninguém se torna de maneira diferente só porque sim. Para tudo à um porquê e aqui não é excepção. Porém, também acredito que o que não nos mata fortalece-nos!
- Quando estou com sono é verem-me a enrolar os caracóis. Esteja onde estiver e se o João Pestana chegar não há hipotese, denuncio logo logo o meu estado de dorminhoca. Porém, dormir até que não sou de "perder" tempo. Porque acho que dormir apesar de fazer falta e outras teorias essenciais, mas o certo, na minha óptica, é que dormir é uma perda de tempo. Pois enquanto dormimos, os segundos, minutos da vida continuam a passar. (In)felizmente a vida não pára! E nós é que temos que correr para a apanhar senão ficamos na curva. E não é nada agradável ficar-se na curva...
- Não gosto de engomar! Lençóis e toalhões então, uma perda de tempo!
- Gosto de cozinhar! De inventar pratos (quando há tempo). Doces, também dou uns toques. Enfim, homem que casar comigo não passa fome! (Risos)
- Rituais, tenho alguns... nomeadamente, com os cabelos. Quando ponho máscara e fico x minutos com uma toalha enrolada nos cabelos. Ou depois do banho, é pôr os cremes todos à minha frente e é (praticamente), o mesmo seguimento de gestos. O chegar a casa e pôr-me logo à vontade. Andar descalça. Vestir umas calças de pijama e top ou calções. Amarrar logos os cabelos. De Inverno, o robe é uma presença assídua em mim.
- (Não parece, mas também as aparências enganam!): Sou prática, rápida e objectiva a arranjar-me! Porém, tenho todos os cuidados e preceitos que qualquer mulher que se preze e goste de se cuidar tem.
- Leio revistas/jornais de trás para a frente. Só assim "sabe" bem.
- Não gosto de caracóis. Só de imaginar fico com engulhos. Credo!
- Não gosto de enviar sms. Fosga-se, acho uma perda de tempo! Porque em segundos se diz o que em não sei quantos minutos se escreve. Enfim, sou eu! Já falar, gosto mas q.b. Isto porque às páginas tantas começo a ficar com a orelha a escaldar e nada de facto como contacto visual para efectivamente se dizer o que se pretende. Modernices, risos.
- Gosto de acessórios! Gosto! Nos faz sentir femininas. E é ganchos, anéis, pulseiras, colares e tudo e tudo que faz as delícias de uma mulher assim como eu, por exemplo.
- Pintar a fronha. Humm... eu particularmente é só um creme de rosto para hidratar. Rimel, lápis nos olhos e um gloss transparente para os lábios e mais nada!
- Pudim Boca-doce, lembra-me a Aldinha (minha avó). Quando como, viajo nas recordações. As saudades são mais que muitas, mas hoje sem dor.
- Gosto de penteados e mesmo tendo os cabelos compridos e encaracolados não fico intimidada para usar e abusar de alguns. Nomeadamente, rabo-de-cavalo, trança de lado ou duas trancinhas, côque (é ver a minha cabeça com mais de 50 ganchos transparentes). Tirar à noite é que são eles. Porque pôr nem se dá conta. É pôr e pôr até sentirmos o cabelo bem preso. Depois é que são elas... (risos)
- Praia, gosto, mas já não consigo estar mais do que 3 horas (vá, máximo), quieta, sossegadita, imóvel na toalha a torrar. Haja paciência, livra. Hora e meia depois e começo logo a arfar. Mesmo com livro ou MP3, naaaa... a velhice, livra! Não há hipotese!
- Gosto de coca-cola! Fresquinha, oh céus! Sabe-me pela vida.
- Comer, como, mas também passava bem sem, confesso. Sou esquisita com a comida. Não gosto de algumas coisas. Não gosto de misturar sabores no prato. Enfim, sou mesmo picuinhas. Mesmo que vá tudo para o mesmo lado (estômago), na boca tem que ser à vez, desculpem. É isso e comer e beber ao mesmo tempo, livra! Faz-me uma confusão ver a fazerem isso. É tudo misturado na boca, parece uma autêntica bola. Às tantas nem a própria pessoa sabe o que está a comer. Sentir o paladar individual do que se está a ingerir é tão bom. E eu não sou apreciadora de encher o pandulho, fará se fosse...
- Marmelada, adoro!! Lembra-me as tardes de brincadeira e o pão com marmelada preparado a voar para não se perder tempo. Sabe-me a traquinice quando hoje em dia como um pão com marmelada. Mesmo que hoje seja feito com a maior tranquilidade.
- Cheiros, gosto de sentir e ter a percepção exacta de cada ambiente que vou. (Isto mais em habitação particular). Pois cada pessoa em sua casa tem o seu cheiro. A sua particularidade e eu gosto de associar os cheiros às pessoas. (Um aparte): as músicas, também associo sítios e pessoas. É matemático!

Ops, e só agora me dei conta do testamento que fiz, e nem um terço escrevi, mas para já fico-me por aqui. Desculpem-me o meu egocentrismo, mas fugir do politicamente correcto também faz (ou deveria), fazer parte das opções.