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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Hoje, escrevem vocês!


quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Hoje, escrevem vocês!

É difícil, mas tentem. E já agora, porquê da escolha?

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Mantra para 2015!

Temos sempre a tendência de desejar o ano que vem melhor do que passou, mas não basta desejar, temos que agir, fazer por isso. Imagina, sente e realiza! Compromete-te, pratica e faz!

[Excelente 2015!]

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Meus queridos!

A melhor mensagem de natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida. Porque o natal está no coração e não debaixo da árvore.

Boas festas!

sábado, 20 de dezembro de 2014

Ficou na retina...

"Nunca use meias verdades, elas causam chulé".

sábado, 13 de dezembro de 2014

Ficou na retina...


"Perfeitas. Imperfeitas. Todas as mulheres têm defeitos. Loucuras. Excentricidades. Os homens adoram as mulheres pelo o que são. Matéria. Carne. A luta diária."

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


sábado, 6 de dezembro de 2014

Ficou na retina...


Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho.


Fernando Pessoa

in "Autobiografia sem Factos"
Assírio & Alvim

sábado, 29 de novembro de 2014

Ficou na retina...


"Somos donos de nossos actos,
mas não donos de nossos sentimentos;
Somos culpados pelo que fazemos,
mas não somos culpados pelo que sentimos; 
Podemos prometer actos, 

mas não podemos prometer sentimentos...

Actos são pássaros engaiolados, 

sentimentos são pássaros em voo... "

- Mário Quintana

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Fujam, a sete pés! Hoje, estou que estou!

Acordei com a neura. Acordei com a neura porque, além de fazer as horas de trabalho normais, ainda tive que trazer trabalho para casa ontem (e eu que andava a tentar adiar esta situação. Não me valeu de muito). Uma grandessíssima chatice!  Uma grandessíssima treta! Às tantas não sei já que isto é burrice ou profissionalismo. Não sei não...

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

É sempre depois da morte que se reflecte e vem os ses e meios ses...

Quando morre alguém, independentemente se nos é próximo ou não, é qualquer coisa de devastador. Fica um vazio, um sentimento de nostalgia no ar. Depois, quando vamos esmiuçar, põe-se na balança: se nos é próximo, os sentimentos aumentam e acentuam, se não nos é próximo, é algo ténue, mas sente-se, é o que basta na soma de tudo.

Morreu o actor Rodrigo Menezes. Não conheci pessoalmente, mas talvez por entrar na minha casa, através da televisão, ficou uma pessoa familiar. Quando soube da notícia, senti uma ligeira tristeza. Depois de assimilar a notícia pensei: bolas, a vida é uma droga. Hoje estamos bem, o amanhã, é uma incógnita... Inevitavelmente questionamos uma série de coisas quando nos deparamos com tal noticia, a morte de alguém. Mas uma coisa é questionarmos a morte em si, outra, bem diferente, é questionarmos o porquê dessa morte e mais!, questionar as atitudes que tivemos para com essa pessoa. O se isto e o se aquilo, vem à baila, como um carrossel. Sinceramente? Irrita-me tal postura. Irrita-me tal hipocrisia. Irrita-me. Porque não é quando a pessoa não está mais cá que adianta lamentar, não adianta, ponto. Nós precisamos quando estamos vivos. Quando estamos a viver, a sentir e tudo o que esta vida nos permite ter. Ora, quando morremos, é outro mundo totalmente desconhecido em que os ses não fazem mais parte, assim como nem os sentimentos de culpa e de impotência. As atitudes, os gestos, as palavras, são para serem usadas no agora, não no amanhã.

Ontem estava a ler uma revista onde vinha duas páginas do velório do Rodrigo Menezes. Vinha alguns relatos de amigos e, num desses relatos, vinha um que me fez fazer este post.
Relato: "como amigo, tenho pena, fico triste e tenho a minha cota-culpa. Pergunto-me porque é que eu não lhe liguei antes? Talvez uma chamada minha ou de outra pessoa fizesse bem. Quando morre alguém que nos diz muito, temos sempre um sentimento de culpa e, se calhar, eu podia ter feito alguma coisa. É isso que me deixa triste." - Obviamente que cada um sabe de si, da sua vida e dos seus afazeres... Obviamente que depois do mal estar feito, não adianta chorar o leite derramado... Obviamente que, quando nos deparamos com os factos é que temos noção do que temos à volta e o que nos escapou... Mas aí, aí já é tarde! Os ses e meios ses nestas situações, dissipam-se como pó, pois é assim que ficamos quando vamos para debaixo da terra.

Parar um pouco do nosso dia-a-dia, sem haver tragédias e outras coisas que tais como protagonista e olhar para o lado, tiramos assim tanto tempo do nosso tempo?

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Estrelas

Existem pessoas Estrelas, como alguém desconhecido um dia descreveu. Pessoas que ficam, que permanecem abraçadas, tanto em presenças vincadas, como subtis. Estrelas de diferentes brilhos giz, que nos deixam ser, e nos aceitam pelo que somos. Uma presença que nos envolve, na forma mais elegante, de deixar estar ou talvez mesmo... cintilar! Porque é depois de conhecermos as Estrelas, que passamos a andar pela terra com o olhar virado para o céu. 

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Na perspectiva de, uma amiga?

Ora, ora mulherada, vamos cá ver: uma mulher, quando se vira para outra mulher e lhe diz que, vista o que vestir está sempre bem, e, entre onde entrar, por menos que queira, chama sempre a atenção, não pelo que tem vestido ou o que quer que seja, mas pelo que transmite... quando se ouve tais coisas vindas de uma outra mulher, o que se pode pensar ou esperar? Que está a ser genuína, ou que está a ser falsa? Que o que pensa, é exactamente o oposto, isto porque na generalidade, e verdade se diga, as mulheres, por norma, não "elogiam" e "enaltecem" a mesma raça... mediante tal faça de dois gumes, em quê que ficamos?

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Lésbicas e Gays

Após conversa fora e, saltitar de tema em tema, o mesmo, digo, tema, estagnou nas relações lésbicas e gays. A pessoa que estava a conversar comigo dizia que nunca, nunca iria ter uma relação ou envolvimento com outro homem, e eu dizia-lhe que, nunca se diz nunca... 
Pois bem, após passar esta parte, pensei: um homem quando se envolve com outro homem, quero acreditar que, o que lhe chame a atenção, entre outras coisas, claro, é, a virilidade de um outro homem. Então, porque raio, normalmente, quando formam um casal, existe sempre o macho é a "fêmea" na relação?! O mesmo acontece numa relação lésbica. Acredito também que uma mulher que se "interesse" por outra mulher, o que lhe salte à vista, entre outras coisitas mais, claro, é o lado feminino da outra mulher. Se assim é, lá está, porquê que numa relação, há a mulher feminina, delicada e coisa e tal, e a máscula, a Maria machadão?!
Ficamos neste impasse. Ficamos no sentido que ele dizia que nunca tinha pensado nesta perspectiva, e eu respondi-lhe que já me tinha passado tais questões pela mente, até porque tenho amigos gays e, por vezes salta-me tais questões... Ora que com isto, em jeito de desfecho do post, deixo as questões no ar para quem as quiser apanhar e continuar a dissertar o tema. E só para terminar, é que vendo bem as coisas, quero dizer, assim, como as coloquei, fica até contraditório. Contraditório no sentido de que se procuram a essência no mesmo sexo, porquê que depois têm tendência para buscar, rebuscar o oposto do que "fogem" (se é que me faço entender, claro)?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Mais que uma conversa de decote

O que fazemos com as coisas que nos magoam? Pomos de lado. Ao lado de quê? Da borda da vida. Consegue-se? Consegue-se, verdadeiramente? Consegue-se por momentos, por meses, por dias ou por horas? Talvez se consiga num desses períodos. E nos outros? Quando vêem à tona, o que se faz? Ignora-se ou enfrenta-se de frente? Podemos ignorar nas tais horas, nos tais dias, nos tais meses, podemos, mas não para sempre. Há uma altura em nós que o nosso próprio intimo, a nossa própria consciência pede resoluções. Pede. Mais que pedir, exige! Não há volta a dar. Só se voltarmos ao mesmo ciclo, mas até os ciclos precisam de renovação. Até os ciclos precisam, e quando assim é, enfrenta-se, ponto.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Hoje, escrevem vocês!