sábado, 6 de dezembro de 2014

Ficou na retina...


Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho.


Fernando Pessoa

in "Autobiografia sem Factos"
Assírio & Alvim

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

[...]

Estou contente contente que só! Então não estava já a pensar seriamente que tinha que gastar dinheiro num pc novo porque o meu, coitadinho,  já tem para aí uns 6 anos e, valha-se-me!, está pelas portas da morte. E, anda lento lento que só ele (só vendo). Bom, nestes entretantos, comprei um telemóvel, um desses, de ultima geração (é assim que se diz?), que faz tudo, desde e-mails, facebook- maravilha, google, enfim, uma série de coisas inimagináveis... Ora que baralhando e voltando a dar, o que quero dizer com tudo isto é, que assim que tiver apta, digo, a 100% com o telelé, porque sim, ainda estou uma naba com esta tecnologia, mas assim que tiver a 100%, ponho logo, mas logo de escanteio o pc problema. O pc mole. O pc nervos. O pc 1#45$5f@87. Ufa, e com tudo istock também quero dizer que há que saber descomplicar e acima de tudo, arranjar soluções. Pois bem, penso que aqui,  foi o caso.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Será que certos e determinados maus hábitos que se passam por aí, tais como dois que vou escrever já a seguir, só acontecem neste nosso Portugal, ou também acontecem por este mundo a fora?

Nos cinemas:

- as pessoas que não têm respeito algum por quem está na mesma sala, que pagou o seu bilhete e que como tal, merece todo o respeito do mundo e toda a consideração, no sentido de ver o seu filme sem barulho, sem luzes de telemóveis à sua frente e nem aqueles murmurinhos que parece que estão a dar uma queca no meio da sala. Na minha perspectiva, é uma falta de tudo e como tal, depois, levam comigo e com o meu mau feitio. 

- As filas existem para serem respeitadas, digo eu. Porque se elas existem, ora pois que merecem serem seguidas de maneira lógica. Assim sendo, não acho correcto, de todo, para quem está na fila a largos minutos que veja, a sua vez, ser passada a frente de alguém que diz que tem uma reserva. Pior ainda que isto, o funcionário, de forma arrogante virar-se para quem está à espera a largos minutos para ser atendido que tem que esperar! Desculpa?! Esperar?! Lá está, tem mais uma vez que levar com este mau feitio. Leva o recadinho bem levado e temos pena, a quem tem a sua reserva. Pois que não deixei que me passassem à frente, e aqui nem foi tanto pelo senhor da reserva que foi educado, mas pela besta do funcionário. Ah e tal, mas tem as letrinhas ali, em cima, dois metros do chão, letras bem pequeninas que, quem faz reservas, pode passar à frente em qualquer fila. Bom, que ponham letras garrafais. E mais que isso, que ponham uma caixa só para reservas. Isso sim, é que é respeitar todos os clientes, pois que ninguém, assim, sai prejudicado. É que é por estas e por outras que este país não anda para a frente. Não tenho paciência para este tipo de coisas entre outras, vá. É que respeito é bom, e eu, gosto!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Por hoje é só isto:

Um dia vou dizer-te que gosto de gostar,  mas por agora,  gosto muito mais de demonstrar que gosto.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Dezembro


O último mês do ano. Aquele mês que damos tudo por tudo para que o saldo final do ano acabe de forma positiva (há quem tenha a esperança que sim. Há quem tente). O mês que se faz um flashback dos meses atrás. O mês que se começa a criar expectativas para o próximo ano. O mês que há união (mesmo que no ano inteiro haja desavenças. Mesmo que não se vejam o ano inteiro. Estes pequenos apontamentos nesta época, não importam nada). Porém, o jantar de família é feito. Pois assim dita a tradição. Jantares de empresas (mesmo que no ano inteiro, estejam ao porro e à massa), jantares de solidariedade, peditórios (como se nos restantes meses não fossem necessários), mas só neste mês faz sentido (para alguns). O mês que as pessoas andam na azáfama dos presentes com sentido, sem sentido. Contudo, o importante é o protocolo de dar e receber (convém, pensam alguns também), como se fosse a última coisa que se fizesse. Tal não é o descontrolo de muito boa gente. A azáfama dos preparativos da comida, do espaço. O convívio agradável das mulheres na cozinha (há quem compre tudo feito), mas a magia do momento, o ritual que se cria, ninguém paga! É extenuante, mas gratificante. A azáfama de escolher a fatiota assim, as cuecas azuis assado, o cabelo cozido e os sapatos grelhados (os fritos, ficam para outras núpcias), (mesmo que tudo o resto esteja do avesso à sua volta)... tudo em prol do grande momento, o último dia do ano. O último que se faz ondas de boas energias, desejos são pedidos, espumante (sim, a grande maioria acredito que sim), é tomado  para sinalizar um fecho de ciclo (ano). O último mês do ano que também vem as recordações más, vem a nostalgia, sente-se a perda dos que já não se encontram entre nós, sente-se só (mesmo não estando), sente-se tristeza, mesmo que seja um mês de alegria (supostamente). Porém, é um misto, um turbilhão de sentimentos que invade só porque sim (ou não), nesses dias. Depois, chega-se a Janeiro, tudo se evapora... tudo é deixado na caixa de pandora, num click (quase), para que no próximo último mês do ano, seja tudo posto ao de cima assim, como um carrossel...

O mês que nasci.

domingo, 30 de novembro de 2014

Apetece-me!

Ouvir (isto)!

[♥ tanto!]