quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Qual o mal em estar podre de sono?

Adormecer no sofá, acordar de repente, levantar estremunhada e andar bêbeda até ao quarto. Mas, entretanto, no meio deste processo todo, antes de chegar ao quarto, há todo um corredor e portas para ultrapassar, mas o problema, o problema mesmo, é que não se ultrapassa, isto porque o estado de sono é tal, que levamos tudo à frente. O nome melhor é «encontro imediato». Encontro imediato com a porta. É que foi um encontro tal que o resultado foi um nariz inchado e os lábios/boca inchados também. Conclusão: o estado «podre de sono» virou «estado alucinado» em plena madrugada. É que isto de adormecer no sofá, tem os seus quês (ou males, vá)...

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Na perspectiva de, uma amiga?

Ora, ora mulherada, vamos cá ver: uma mulher, quando se vira para outra mulher e lhe diz que, vista o que vestir está sempre bem, e, entre onde entrar, por menos que queira, chama sempre a atenção, não pelo que tem vestido ou o que quer que seja, mas pelo que transmite... quando se ouve tais coisas vindas de uma outra mulher, o que se pode pensar ou esperar? Que está a ser genuína, ou que está a ser falsa? Que o que pensa, é exactamente o oposto, isto porque na generalidade, e verdade se diga, as mulheres, por norma, não "elogiam" e "enaltecem" a mesma raça... mediante tal faça de dois gumes, em quê que ficamos?

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Hoje é só isto:

Há alturas em que me sinto assim. Hoje é um desses dias...

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Lésbicas e Gays

Após conversa fora e, saltitar de tema em tema, o mesmo, digo, tema, estagnou nas relações lésbicas e gays. A pessoa que estava a conversar comigo dizia que nunca, nunca iria ter uma relação ou envolvimento com outro homem, e eu dizia-lhe que, nunca se diz nunca... 
Pois bem, após passar esta parte, pensei: um homem quando se envolve com outro homem, quero acreditar que, o que lhe chame a atenção, entre outras coisas, claro, é, a virilidade de um outro homem. Então, porque raio, normalmente, quando formam um casal, existe sempre o macho é a "fêmea" na relação?! O mesmo acontece numa relação lésbica. Acredito também que uma mulher que se "interesse" por outra mulher, o que lhe salte à vista, entre outras coisitas mais, claro, é o lado feminino da outra mulher. Se assim é, lá está, porquê que numa relação, há a mulher feminina, delicada e coisa e tal, e a máscula, a Maria machadão?!
Ficamos neste impasse. Ficamos no sentido que ele dizia que nunca tinha pensado nesta perspectiva, e eu respondi-lhe que já me tinha passado tais questões pela mente, até porque tenho amigos gays e, por vezes salta-me tais questões... Ora que com isto, em jeito de desfecho do post, deixo as questões no ar para quem as quiser apanhar e continuar a dissertar o tema. E só para terminar, é que vendo bem as coisas, quero dizer, assim, como as coloquei, fica até contraditório. Contraditório no sentido de que se procuram a essência no mesmo sexo, porquê que depois têm tendência para buscar, rebuscar o oposto do que "fogem" (se é que me faço entender, claro)?

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Hoje, escrevem vocês!


quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Pronto, começaram as retaliações, querem ver?

Com tanta falta de emprego, pessoas sedentas de trabalho, e há pessoas que não dão valor ao que têm, ou melhor, pelos vistos, não estão talhadas para aquilo que fazem.
Não é de hoje nem de ontem que há chamadas de atenção à auxiliar por situações que impliquem a Zunfinha. A última foi há poucos dias com a situação de uns papéis que a Zunfinha trouxe que lhe foram dados ou pela senhora dona auxiliar ou pela professora (acabei por não perceber por quem efectivamente pôs na mala), o que sei é que ambas (auxiliar e professora), negaram a pés juntos que nada foi enviado. Pois um dos papéis era relacionado com a compra de um livro e quando fui para pagar o dito livro, cada uma ficou incrédula porque não havia livro nenhum para pagar, e não tinham posto nada na mala da Zunfinha. Mas, os papéis lá estavam, na mala e, ela assim que chegou a casa os mostrou. Ora que perante tal situação insisti, insisti em dizer que que sim, que havia, pois o recado tinha sido levado para casa, mas como não tinha ali o raio do comprovativo, só no dia seguinte é que pude provar que estava a falar a verdade e que a Zunfinha não estava também a alienar. Ambas ficaram com cara de tacho. Perante tal situação, a senhora dona auxiliar, não vai de modas e, assim que apanha a Zunfinha sozinha intimida-a. Intimida-a dizendo que ela não tinha nada que me contar o que se passava ali, na escola. Óbvio que a Zunfinha assim que me viu, conto-me a façanha da senhora auxiliar. Euzinha, não vou de modas, e quando de manhã a vou deixar, a Zunfinha, vou ter com ela, a auxiliar, e digo-lhe que agradecia que nunca mais intimidasse a Zunfinha. Que se quisesse dizer fosse o que fosse que me procurasse ou ao pai. E, que ainda estava para perceber aquela atitude, mas que não se repetisse. Encaixou. 
Ontem, vou buscar a Zunfinha e, a primeira coisa que me diz, assim que me vê, é que não comeu o iogurte nem de manhã e nem à tarde porque a auxiliar, recusou-se a dar uma colher. Pois por lapso, a Zunfinha foi com o lanchinho mas sem a colher. Eu, ingénua, quando cheguei à escola ainda lhe disse "oh, esqueci de pôr a colher, mas não te preocupes, bebé, pedes à xxx que ela empresta-te uma para comeres." - Afinal, estava errada! Pois que a senhora dona auxiliar de manhã mandou a criança buscar a colher com as senhoras da cozinha, quando as senhoras ainda não tinham chegado ao refeitório (estava a gozar, literalmente com a criança). Conclusão, a Zunfinha não comeu o iogurte pela manhã. Pela tarde, volta a pedir a colher e a resposta que tem da senhora dona auxiliar, é que estava a cortar maçãs e por isso, não podia ir-lhe dar a colher. Resumo: não comeu novamente o iogurte. O que vale, é que mesmo que mande iogurte ou leite mando sempre um reforço de bolachas ou uma sandes, foi a sorte senão, a garota ficaria mesmo sem comer nada. E verdade se diga, o que conta aqui, mais que tudo, é a atitude da senhora. Assim que a Zunfinha contou-me fiquei furiosa. Hoje, como é óbvio, fui falar com a senhora (que já nem lhe posso ver à frente), começou por se desculpar dizendo que ela não podia entrar no refeitório porque os talheres estavam desinfectados e que a criança devia trazer os talheres de casa. Nem queria acreditar no que ouvia. Assumi o meu erro em não ter mandado a bendita colher, mas, se ela fosse uma pessoa com dois dedos de testa e, com um pouco de bom senso, nunca, em tempo algum, deixaria uma criança sem comer, por causa de protocolos patéticos, quando o bem estar de uma criança está em causa. Depois daquela explicação esfarrapada nem a quis ouvir mais e pedi que chamasse a professora. Essa também não sabia onde se enfiar. Só dizia que não se voltaria a repetir  e que nem sabia onde a senhora auxiliar estava com a cabeça. Ao qual respondi que aqui não se tratava de estar com a cabeça aqui ou ali, mas sim, que o que aconteceu, foi de pura maldade. Pura retaliação pelas chamadas de atenção que teve anteriormente. A professora quis dar a volta à questão, mas deixei bem claro que estava, estou, atenta. Bem atenta e, que a minha Zunfinha, ainda diz tudo o que se passa com ela. Realcei que o que se tinha passado tinha sido muito grave e, como tal, seria aquela vez sem exemplo. E por fim disse (o que já tinha tido a oportunidade de dizer à senhora dona auxiliar também) que depois desta e outras situações que tinha sérias dúvidas que aquela senhora estaria no emprego certo. É que para lidar com crianças, a sensibilidade, tem que estar no auge.

[Não quero ferir susceptibilidades, mas não vejo outra imagem que se encaixe melhor a este post do que esta.]

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Pérolas de um prédio...

Não acho normal, de todo, entulharem um elevador até ao topo (quase). Já lá vão três dias e ninguém sabe quem foi, de quem são as coisas, nada. As coisas estão lá, ao abandono. O elevador, não pode ser utilizado. Uma treta! As coisas lá andam para cima, para baixo... quando alguém chama o elevador, vai aquele, que tem os monos ao encontro de quem chamou. Tanto que, abre-se a porta, e lá continua o espectáculo. Tenebrosa tal situação. Um transtorno e tanto. Caramba, mas será que só neste prédio é que tem pérolas destas (entre outras)?