Não acho normal, de todo, entulharem um elevador até ao topo (quase). Já lá vão três dias e ninguém sabe quem foi, de quem são as coisas, nada. As coisas estão lá, ao abandono. O elevador, não pode ser utilizado. Uma treta! As coisas lá andam para cima, para baixo... quando alguém chama o elevador, vai aquele, que tem os monos ao encontro de quem chamou. Tanto que, abre-se a porta, e lá continua o espectáculo. Tenebrosa tal situação. Um transtorno e tanto. Caramba, mas será que só neste prédio é que tem pérolas destas (entre outras)?
terça-feira, 30 de setembro de 2014
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Tiradas de quem as sabe
Zunfinha - É de onde?
Essência - Ela mora na Suiça.
Zunfinha - É estrangeira?
Essência - Mora na Suiça mas é de cá.
Zunfinha - (Após pensar um pouco...) Então se mora na Suiça, fala suecês.
Essência - (Gargalhada geral)
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Um mundo tão nosso...
Dia sim dia sim (quase), a Zunfinha depois das aulas pede, implora (quase, também) para ir aos avós. Para brincar com os primos, para brincar com os gatos e a cadela dos mesmos. Às vezes faço-lhe a vontade (quando não tem trabalhos de casa (coisa rara), mas a grande maioria, não é possível. Hoje, para espanto meu, quando a vou buscar e depois de lhe perguntar se tem trabalhos de casa ao qual responde-me que não, diz que queria ir para casa (eu a pensar que iria dizer que queria ir aos avós). Admirada pergunto-lhe se não quer ir aos avós ao que me responde prontamente que hoje não. Hoje não queria ir. Estava cansada e que além do mais estava com saudades de estar tranquila em sua casa a ver as suas coisas no sofá com a Juliana (sim, estas últimas semanas têm sido de loucos!) Pronto, lá me resignei e rumei a nossa casa, ao nosso mundinho (confesso que me soube bem, muito bem ouvi-la. Tão senhora de si e ao mesmo tempo, tão menina).
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Mais que uma conversa de decote
O que fazemos com as coisas que nos magoam? Pomos de lado. Ao lado de quê? Da borda da vida. Consegue-se? Consegue-se, verdadeiramente? Consegue-se por momentos, por meses, por dias ou por horas? Talvez se consiga num desses períodos. E nos outros? Quando vêem à tona, o que se faz? Ignora-se ou enfrenta-se de frente? Podemos ignorar nas tais horas, nos tais dias, nos tais meses, podemos, mas não para sempre. Há uma altura em nós que o nosso próprio intimo, a nossa própria consciência pede resoluções. Pede. Mais que pedir, exige! Não há volta a dar. Só se voltarmos ao mesmo ciclo, mas até os ciclos precisam de renovação. Até os ciclos precisam, e quando assim é, enfrenta-se, ponto.
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Mais que um desabafo, considere-se este post um alerta
Bom, há uma semana fiz este (http://roupapratica.blogspot.pt/2014/09/a-conta-gotas.html) post e, num dos itens está mencionado o azar que tive com o telemóvel que comprei. Pois bem, uma semana de o ter, novamente, sim, porque é a segunda vez, e, após a primeira situação desagradável com ele, eis que pifa novamente, ontem. Ora, passada, não fiquei de modas e, agarrei no telemóvel, caixa e toda a tralha do mesmo e pus-me a caminho da loja. Devolvi o dito. Trouxe outro (contrariada, confesso pois gostava, gosto (apesar de tudo) do telemóvel). Um SonyXperia T2. Segundo o vendedor, estes Nokias 1320 têm sido devolvidos à procedência. Erro de fabrico. Uma pena. Uma grande pena. Espero que me habitue tão rápido com este como aconteceu com o anterior e, que sejamos felizes daqui em diante. E com isto, para quem esteja a pensar em mudar de telemóvel, não pense no Nokia 1320. Fica a dica.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Às vezes, o peixe morre pela boca...
Conheço alguém que em conversa saiu-se com esta: "se viesse a interessar-me por alguém e descobrisse que essa pessoa fumasse, deixava-a." - Bom, na altura que ouvi tal coisa, da forma como foi, o tom que foi, disse-lhe somente que, nem sempre aquilo que pensamos depois, acontece verdadeiramente. E, uma coisa é falar assim, aqui, outra, bem diferente, é viver as coisas, sentir as emoções, sentir os sentimentos à flor da pele. Também não temos nenhum interruptor que simplesmente liga e desliga (apesar de haver pessoas que parecem que o têm. Lá está, parece...). Portanto, era bom era, era bom sermos senhores de tudo. Ora que não o movi de tal frase tão cheia de si. Passou-se uns meses... Reencontrei-o. Estivemos juntos. Não só os dois, mas os três. Eu, ele, e a namorada. Estávamos no café, ela descontraidamente, na sua pose tão sua, saca de um cigarro e acende, ali, à nossa frente. À frente dele. Que pelos vistos, era-lhe já familiar tal gesto. Era-lhe familiar tal momento de prazer dela. Não me contive e disse-lhe entre sussuros: "lembraste da nossa última conversa? Aquela conversa tão cheia de atitude. Aquela conversa tão cheia de convicções e todas as certezas do mundo? Pois bem, o que me dizes agora? Baixou os olhos e baixinho (como se quisesse que ela não ouvisse, mas ela estava alheia a tudo. Estava no seu ritual) sussurrou também: "depois de a conhecer, e perceber que estava apaixonado, e deparar-me com esse «defeito», já não tinha como voltar a trás. Já gostava tanto dela... E como me lembrei da nossa conversa..." - Perante tal mudança de discurso, de postura até, só consegui dizer (talvez para não bater mais no ceguinho): " pois, e não é que o peixe morreu pela boca (literalmente!)."
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