Recentemente, muito recentemente fui ver um concerto. Concerto esse que era ao ar livre. O tempo estava ameno mas, após estar lá uns bons minutos, comecei a sentir frio. Frio, diria antes que era mais aquela sensação de arrepio, meio mau estar mas que dava, sim, dava perfeitamente para aguentar até ao final, mas quem me acompanhava estava atento e, reparou que os meus braços estavam com aquele aspecto pele de galinha. O casaco, esse, tinha ficado no carro. O carro, esse, estava lá para o cú de judas. A insistência em ir buscar-me o casaco foi mais que muita e, de tanto insistir, bom, não tive como recusar tal gentileza. Resumo: a pessoa foi buscar o casaco ao carro praticamente no inicio do concerto, eu fiquei a assistir descontraidamente (quase), quando o casaco chegou, o concerto estava praticamente a acabar. Em suma, acabei por me sentir mal (mesmo que a insistência tenha partido do outro lado) pela pessoa ter perdido o concerto por ter sido, gentil. Na altura fiquei incomodada com a situação (apesar da pessoa ter dito que não havia importância (!)), mas hoje quando penso na situação, dá-me graça. Que nome hei-de dar para esta gentileza, hã?
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Um cheirinho da ausência...
* Depois de muito pensar, depois de muito se ponderar, eis que a casa da Essência e da Zunfinha ganha um novo membro: uma coelhinha anã. Linda linda que só ela. Juliana de seu nome. Para os mais chegados, Juju. Um doce de bicha. No dia em que a Zunfinha recebeu a coelhinha (1 de Agosto), ela não cabia em si de tão contente. Depois de interiorizar que a condição de ter a coelhinha seria de sua total (entre aspas, vá) responsabilidade tudo o que esteja inerente ao animal (e tem feito com mestria e uma dedicação plena, apesar das tontarias que faz. Às vezes a bicha parece um boneco elástico, mas apesar desse pormenor, tem recebido muito amor e miminhos de todos cá de casa ao ponto de estar uma mimada que só ela), relaxou. É que primeiro ficou cheia de medo, pela responsabilidade acrescida, depois, quando ganhou confiança e viu que conseguia estar a altura do desafio, esta casa, nunca mais foi a mesma e, muito menos a Zunfinha.
* No final do ano lectivo (quase) o professor de educação física abordo-me no sentido de dar o seu parecer em relação à Zunfinha. Segundo o próprio, a Zunfinha destaca-se dos demais. Abreviando, ele achou pertinente pôr-nos a par e até aconselhar em levar a Zunfinha a fazer uns testes. Segundo o próprio, tinha sérias certezas que ela entraria para o atletismo. Depois de muito se pensar e ponderar (como sempre!), decidimos (porque não?) em conjunto com a mesma em deixá-la fazer os testes. No entanto ter sempre em mente que os estudos não seriam e não serão afectados. A levamos ao polo x, fez os testes que tinha que fazer e, neste momento, ou melhor, desde segunda-feira (15-09-2014) que temos uma mais nova aspirante a atleta. Sem grandes expectativas, sem grandes floriados. O importante no presente e futuro próximo é que ela se divirta, exercite sem descurar os estudos. O resto, o tempo dirá...
* Depois de muito pensar (fiz um post e tudo), eis que decido em qual modelo de telemóvel optar (comprar): Nokia 1320. Não podia estar mais satisfeita. Extremamente intuitivo. Extremamente tudo! Contudo, não fosse o encanto inicial e não acharia tão bizarro que, após um mês de utilização o telemóvel acabou por morrer. Depois de ter ficado outros 15 dias sem o mesmo por ter ido à reparação e, quando o fui buscar estava pior do que quando o tinha entregue, sem escrever que tentaram cobrar 6 € pela utilização do telemóvel sobresselente que segundo os mesmos, o telemóvel «emprestado» não teria custos adicionais, seria cortesia da marca. Pois bem, quando me deparo com o cenário de ver o telemóvel pior do que estava, pus-me a caminho da loja onde tinha feito a compra e disse a quem me atendeu que não saia de lá sem um telemóvel novo ou então, com o dinheiro. Vim com o telemóvel novo. A mesma marca. Igual. Sou de amores arrebatadores e, francamente, esta máquina arrebatou-me!
* Estou a pensar no que vou escrever a seguir e já está a sair um rasgado sorriso dos meus lábios e sinto os meus olhos acompanhar tal movimento. Voltei a andar de patins. Arrisquei. Ousei. Consegui sem sair magoada. Iupi! Bom bom foi poder andar juntamente com a minha Zunfinha. Parecíamos duas tontinhas em cima de uns patins em linha. Este apontamento é mais que voltar a andar de patins (o que é excelente!), é estar bem melhor, mas muito melhor do meu adorado pé que tantas dores de cabeça me deu. Passeio a patins, aqui vou eu...
Outros itens noutro post virão...
terça-feira, 16 de setembro de 2014
A conta gotas
Ainda estou a tatinhar por estes meandros como se fosse a primeira vez que andasse por estas ruelas. E pensando bem, o regresso, é sempre como a primeira vez, primeiro estranha-se e depois, entranha-se. Mais que isso! É um habituar de hábitos, um habituar de rotinas. Como tal, e como é normal, ou seria suposto, há que se ir devagar, devagarinho... continuo a dizer: há muito para escrever... há muito para contar... mas terá que ficar para o próximo post. Hoje, neste post, o post do dia, quero como destaque, o relato de uma situação que me deixou assim, de boca aberta. Então não é, que para meu espanto, tive a minha página do facebook do blog bloqueada. E tudo porquê? Tudo por causa desta imagem (http://roupapratica.blogspot.pt/2014/07/adeus.html). Alguém foi lá à página e, ficou indignado/a. Ficou deveras incomodado/a com tal imagem que transpirava sexualidade. Transpirava sem-vergonhice. Transpirava coisa do demo. Em que mundo estamos, minha gente!, que, uma mulher, uma mãe, ande por aqui a colocar fotos que brincam com a mente alheia, hã? Este mundo anda todo perdido! Assim sendo, lá pensaram para não sei o quê: "vamos mazé pôr-lhe um par de patins e mandar-lhe dar uma curva (já que a ausência era ponto assente)". E com isto (risos), agora não sei como hei-de lidar com tal situação, se chute o balde, ou se o deixe quieto (penso que a resposta é soberana). Agora espero que esta imagem não fira susceptibilidades.
Termino pedindo desculpas por andar a meio-gás, ou seja: estar a responder aos e-mails aos bocejos, de ainda não ter ido visitar os vossos blogues, etc, etc... Prometo, prometo que logo logo inteirarei-me das vossas escritas. Até lá, pensarei se viro Essência anjo ou diabinho (risos).
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Cu-cu!
Há tanto para escrever... há tanto para contar... mas, para hoje, fica um-estou-cheia-de-saudades-vossas-do-blog-de-tudo-o-que-representa-este-universo! Venham, sentem-se, acomodem-se bem, instalem-se convenientemente, sintam-se em casa, pois que as portas e as janelas estão abertas, novamente.
Um bem-haja!
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Adeus!
Lendo bem o título, não gosto do adeus, por isso, escrevo antes, até já! Entretanto, aproveitem o verão que veio tardio mas que parece que veio para ficar. Ora de caminho, aproveitem a praia (com precaução, sempre! Atenção ao cancro de pele que anda aí...), os banhos de água e de sol. Aproveitem as esplanadas. Aproveitem os pores-do-sol. Aproveitem as festas e os festivais. Aproveitem as caipirinhas. Aproveitem os piqueniques. Aproveitem os petiscos. Aproveitem o convívio com quem, verdadeiramente, amam. Aproveitem, aproveitem a vida, porque eu, vou fazer o mesmo!
Enjoy! ♥
quinta-feira, 10 de julho de 2014
C´um caroço!
Penso que até os mais distraídos já se deram conta que, o acordo ortográfico, não dá o ar da sua graça pelos post´s deste blog. Nop. Recuso-me terminantemente a adoptar essa ideia de (...). Porque fui ensinada a algo que, agora, alguém se lembrou de "vamos baralhar e voltar a dar de novo"com a história da ortografia. Só mesmo aqui, neste país. Só mesmo aqui, com este governo (...). Bom, divagações à parte, o problema que agora tenho em mãos, não é nada que não sabia que iria acontecer assim que saiu este acordo, assim como quando este momento chegasse, da Zunfinha começar a ler e a escrever. A altura que eu a estivesse a ajudar com os seus trabalhos e, o antigo e o novo acordo se confrontassem. Aconteceu. E porque aconteceu agora e não durante o ano lectivo? Porque agora nas férias, sou eu que marco os trabalhinhos que ela faz e escrevo os mesmos. No decorrer do ano lectivo, ela já vinha com trabalhos marcados e talvez por isso, nunca houve esse choque de realidade. Agora não. Agora como sou eu a escrever as perguntas e tudo mais, e escrevo como sei e como insisto em manter pronto, lá ela questiona-me porque estou a escrever assim quando ela escreve assado. Uma porra, portanto. Porque isto, sinceramente, só vem confundir as pessoas que já aprenderam a escrever, como só vem confundir os garotos desta geração. Por mais que explique, porque explico, porque escrevo assim quando ela escreve assado, confunde. Claro que confunde! Se confunde adultos, como não confundir as crianças que estão agora a começar a caminhar no mundo da escola... Os senhores que tiveram esta ideia brilhante, esta ideia fantástica, pelos vistos não calcularam este tipo de situações, ou será que calcularam mas, chutaram para canto? Uma incógnita, portanto (não acredito).
Uma merda.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
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