sexta-feira, 30 de maio de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Aos papéis
Sobre (este) link, o que foi que, efectivamente eu perdi?! É que eu li, eu reli, e não consegui entender a mensagem deste texto de tão esdrúxulo que é. Talvez seja por estar escrito com o novo acordo ortográfico (deve ser isso). Ou será que acordei mais lerda que os dias anteriores (deve também ser isso)? Pois que fico na dúvida. O que faço? Logo agora, neste texto, que eu gostava tanto, mas tanto de descortinar o que está para ali rabiscado e foda-se!, dá-me isto (que ainda nem sei bem o que é).
[A ignorância alheia e a falta de compaixão assalta-me os sentidos.]
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Questionas a tua sanidade mental quando:
Além da vida toda ouvires dizer que a partir dos 38 graus já é considerado ter febre, ouves também o ano lectivo todo a auxiliar e até a professora dizer que, as criancinhas quando estão com febre não podem ir para a escola. Ora, dás isso como garantido, porque enfim, se elas o afirmam, bolas, é porque sabem o que estão a fazer, e assim sendo, quando há a situação da Zunfinha ter febre, óbvio que não é muito difícil perceber o desfecho. Quando se vai ao médico com ela e se diz que ela não foi à escola porque estava com febre, o dito médico questiona tal acção. Segundo o mesmo, ter febre não é motivo de não ir à escola, porque não está acamado. Quando pergunta quanto de febre e se responde que oscilou entre os 38,5 graus, 38,7 graus, com um desplante total, diz que isso não é ter febre. Ora, mediante tal cenário, o que há aqui mais para desconstruir?!
Não, não fiquei convencida e mantenho as mesmas convicções sobre o tema. As crianças quando têm febre não podem estar com outras crianças até serem vistas e devidamente medicadas quando assim exige. Caramba, não se sabe se é algum vírus, alguma infecção. Assim como zelamos pelos nossos, pelos dos outros merecem o mesmo cuidado e zelo. A febre, bom, pelos vistos, só quando se tem acima dos 40 graus, a pelar de calor, e com o corpo de tal forma dorido ao ponto de ficar acamado que aí sim, só aí, só nesses preparos é que se pode dizer, efectivamente, que se tem febre. Até lá, é fricote de meninos. Como já havia referido, não fiquei convencida e por isso o questionei também. Continuou a bater no ceguinho e, obviamente que não gostou (porque será?). Bom, temos pena.
terça-feira, 27 de maio de 2014
Sou mulher, mas...
... Não consigo entender aquelas que usam meias de vidro e outras que tais quando o que têm calçado são sandálias. Não entendo. E não me venham com aquela da moda, do frio, do gosto e afins. Para a minha cabecinha de borboleta, meias e sandálias, juntos, não combinam, não fazem sentido, não nada, ponto.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Há pessoas que pensam que as outras andam a dormir na forma e que não se apercebem do intuito delas. Aquelas, chicas-espertas
Será que é assim tão difícil uma cabeleireira entender que quando se diz: "não é para secar, é para não passar a porcaria do secador pelos cabelos". E quando se diz: "shampoo normal, é o shampoo da casa. Não é shampoo para cabelos pintados, cabelos assim, cabelos assados e nem nada que valha." Não é ouvir isto: "pintou tem que pôr shampoo para cabelos pintados!". É que depois sujeitam-se a ouvir isto: "Tenho?! Onde?! Quando?! Quem me obriga?! Tenho que pôr aquilo que eu quero! E eu quero shampoo normal!" - "Mas, mas, tem de pôr para o cabelo não ressentir." - "Não é por uma aplicação com o shampoo da casa que o cabelo vai ressentir ou vai cair. Em casa uso sempre. Aqui, não!"
Será que há uma linguagem própria para falar com elas? É que me senti a falar chinês. Às tantas foi preciso pôr aquela cara trinta e nove para que a sujeita se desse conta que estava a esticar o elástico. E quando o elástico é esticado em demasia e rebenta é de conhecimento geral que o resultado costuma ser catastrófico.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Não sou eu que ando a imaginar coisas, pois não? É ela que se não existisse, tinha que ser inventada!
Zunfinha agora pela manhã, assim que acorda:
- Mamã, acordei com uma dor de cabeça. Mas fui à casa de banho, fiz cocó, e pronto, passou. Não deste por nada, pois não?
- (!)
Bom fim-de-semana, gente gira!
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