Já partilhei que detesto, detesto lavar ténis à mão? O pior é que sei de antemão que os ténis indo à máquina podem-se estragar, descolar (sei lá, não vá o diabo tecê-las), e por isso é que o melhor mesmo é não pagar para ver. Sei. Sei disso tudo. É que se não soubesse, tinha a desculpa do "ah, e tal, não sabia..." - Não é o caso, bolas! E o que conta para mim é o que efectivamente sei e as consequências dos actos mediante tal conhecimento quando se faz o oposto. Bom, consciencialismos à parte, o que acontece com esta lenga-lenga toda, é que lá tenho que lavá-los à mão, isso é mais que certo! E antes, durante e algum tempo depois do ritual fico pior que ursa. É que fico mesmo, que tristeza! Se não bastasse os ténis, ainda existe uma mala da escola de uma certa Zunfinha. Bufo, bufo sempre que a tenho que lavar à mão, mas depois lavo-a. Resmungo e mais-não-sei-o-quê, mas lavo (igual ao cenário dos ténis). O que me conforta nesta parte da mala, que não me deixa sentir masoquista (mais do que me sinto, vá), é que ao contrário dos ténis, a mala não cabe na máquina por causa do trolley. Não tenho mesmo opção (que chatice!). E para mal dos meus pecados, desde que a escola começou que já a lavei umas três vezes. Três vezes! Ninguém merece!! É que refilo, refilo, mas assim que a vejo imprópria para consumo, lá a espeto na banheira e toca de a esfregar. Lides domésticas que passava muito bem sem elas, diga-se de passagem, mas que mesmo detestando e tudo mais, não seria a mesma coisa se fechasse os olhos para a porcaria. Ora isso é que não! O que me vale é que posso descarregar para aqui os meus queixumes horas antes de consumar o acto. É que hoje, é dia de lavar ténis e mala. Dois em um. Ao menos comigo, ou é ou não é.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
No mesmo espaço mas em mundos paralelos

Cada vez mais (mas cada vez mesmo!) chego à conclusão que há, há que parar e reflectir e muito!, sobre o que efectivamente queremos. Porque, quando se vê um casal sentar-se numa esplanada e, cada um sacar do seu telemóvel topo de gama e absorverem-se no mesmo, literalmente, sem uma troca de palavras, sem um gesto de carinho, nada!, na cerca de hora e tal que permanecem no mesmo espaço, juntos (!), é assustador tal (inércia?) visão. E sim, já tinha abordado (em carácter social) este tema (aqui). Mas como disse logo no início, há que parar e reflectir nestes "sinais", mesmo quando são com os outros e quando estão à nossa volta. É que o mundo gira, e hoje está ali, amanhã pode estar aqui.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
E quando penso que não há nada mais para ficar incrédula, perplexa e outros adjectivos que tais da mesma família, vem uma situação mostrar que afinal, não é bem assim (que ingénua, pá!)...
Às vezes (só às vezes) gostaria de entrar na mente das pessoas para perceber o porquê de elas agirem de forma doentia, de forma tosca, de forma rude, de forma inexplicável em certas e determinadas situações. É que espanta-me ver as coisas de quem comenta e de quem deixa comentar, e depois deixarem chegar ao ponto que chegam, ao descalabro do bom senso e do aceitável em termos de liberdade de expressão (é que até para isso, há limites (como em tudo na vida, obviamente). O que leva alguém a ler uma determinada notícia via online (por vezes corriqueira até) e, a primeira reacção, é ofender, agredir e tudo mais? E o que leva tais "entidades" (mesmo sendo online têm um nome na praça e por isso, e outras coisas que tais, têm (pelo menos deviam) que prezar por ele) a deixarem tais comentários expostos e ainda por cima, deixarem as pessoas fazerem daquilo uma sessão de "entretenimento"? "Entretenimento de baixo nível, diga-se de passagem. Bom, vamo-nos situar: é que este discurso todo vem no seguimento das páginas online de algumas revistas, nomeadamente; Sábado, Público, Revista Pais & Filhos, Vip, etc, a que estou vinculada no Facebook e ao qual todos os dias vejo na diagonal (quando leio determinada notícia) os tais comentários. É de bradar aos céus tal ignorância de ambas as partes. E eu (mais uma vez a ingenuidade assalta-me) que pensava que destilar veneno, transbordar frustração e afins seriam só nos blogs, mas afinal, estava redondamente enganada. Redondamente...
domingo, 11 de maio de 2014
Apontamento interessantíssimo a registar. Mais que registar, enaltecer!
Aproveitamos o dia lindo, magnífico, bom que está e nos vestimos a preceito para caminhar no calçadão, junto ao mar. Umas vezes andamos, outras, corremos. Passos ligeiros, mas corremos. No final do troço, havia uma zona para fazer exercícios, pois que os fizemos! Tudo direitinho como manda o figurino. Muito compenetradas. Levamos todo o ritual ao máximo rigor. Soube-nos pela vida. Chegamos a casa, o almoço estava praticamente adiantado, foi só cozinhar. A Zunfinha repetiu três vezes. Três vezes. A minha alma ficou parva. Só dizia: "mamã, está muito bom, quero mais, quero mais". Fiz-lhe a vontade com doses moderadas. Mas percebi claramente que foi o exercício que lhe abriu o apetite. Ela é uma criança que come de tudo um pouco. É certo que carne e peixe torce o nariz, mas que remédio tem senão comer, mas é a contra-gosto. Hoje, o almoço foi peixe e, foi o que foi. Já sei, quando a quiser espetar com carne e peixe, uma hora de caminhada/corrida e pronto, assunto mais que resolvido. Agora vou ali tomar um duche e aproveitar o resto do dia.
Bom domingo, pessoas bonitas.
sábado, 10 de maio de 2014
Ficou na retina...
"Procuro entender o que está por detrás de quem usa uma máscara. Para quê ser outra pessoa, se não nós próprios!? Eu sou aquilo que vejo. Eu sou aquilo que vêem. Mas nem sempre o que se vê, é de facto o verdadeiro sentido da pessoa."
sexta-feira, 9 de maio de 2014
Hoje, escrevem vocês!
A célebre frase «nunca digas nunca» não existe só porque sim. Porque já foi cuspida da boca num momento irreflectido, e depois disso, em algum momento da vida, faz-se exactamente o que em tempos passados se disse que «nunca isto», «nunca aquilo». E aí, bem que se trinca a língua...
Num primeiro flash, partilhem o que já fizeram que «nunca» pensaram em fazer.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Mistério (?!)
Ando um pouco ausente do mundo virtual (é uma fase), é certo! Não tenho acompanhado a par e passo tudo, inclusive os e-mails do blog e outros afins do mesmo contexto (desculpem-me o atraso em responder tanto aos posts como aos mails). Assim como assim, mea culpa, mea culpa! Penitencio-me. Agora, ficar sem os e-mails novos (ficam já saber de antemão porque não respondo a estes. Nem os vi, sequer), os antigos e tudo e tudo... é demais! No entanto, demais ou não, o certo é que, ontem, entrei no Gmail, e qual não foi o meu espanto quando a página se abriu e deparei-me com tudo vazio, tudo! Nada de nada se encontrava para contar história, nada! Não consigo descortinar como fiquei sem os e-mails. Quando escrevo os e-mails, menciono tanto os recentes como os antigos. Foi uma razia total. Não consigo descortinar. Não sei mesmo. Mais um mistério (?!), querem verem? Ou será antes mais um mistério para o rol e ponto? Deve ser mais essa (que não é) a explicação. Vá, pelo menos, para já, é a única via mais "plausível" que encontro para encaixar nisto tudo. Mistério...
Só rindo, de facto.
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