Não é só a gente que tem um monte de botões no corpo para apertar e ver estrelas. Agora chegou a vez de descobrir pedacinhos do corpo dele que são sinónimos de satisfação garantida, só que ninguém sequer desconfia. Sim, eles também têm ponto G, como afirma a sexóloga Marilene Vargas. "Fica atrás da região testicular, no meio do caminho entre o saco e o ânus", relata, garantindo que nesse caso o orgasmo pode ser bem mais extenso do que o orgasmo tradicional.
Outro lugar que merece nossa atenção na próxima noite de amor é o chamado ponto de um milhão de dólares, localizado ente os testículos e o ponto G. Segundo a especialista, com a estimulação desse ponto, o prazer vai do fio do cabelo até o dedo do pé, como se o corpo todo entrasse em orgasmo. Para dar tudo certo na hora H, Marilene sugere que o estimulo seja feito através de caricias ou lambidelas delicadas. "O ponto pode ser tocado por dentro ou por fora. Nada de fio terra, nem introduzir nada. Somente conhecer os detalhes do corpo do parceiro sem necessidade de penetração.
É verdade, tá cheio de homem por aí que morre de medo de ser surpreendido por um dedinho mais afoito em lugares proibidos. Para que não haja nenhum tipo de desconforto, uma boa é conversar com o parceiro e delimitar fronteiras, para que ele possa ficar relaxado enquanto você estiver passeando por essa região que é tão delicada para muitos homens. "Para ambos, é importante ter uma relação de confiança e também a certeza de que o outro não vai fazer nada sem consentimento prévio."
O que há a acrescentar mais sobre? Que as pessoas, primeiro os homens, que não pensem que vão deixar de ser menos homens se no seu momento íntimo com a sua parceira derem largas à imaginação e queiram experimentar sensações novas vindas do seu corpo. Porque acredito que 99% dos homens associam este momento, este acto, como sendo um acto homossexual (!). Leiga que sou no assunto, tenho sérias dúvidas que haja qualquer ligação. Qualquer ligação no sentido de não ser por um homem gostar de tais sensações que é gay. Até consigo perceber a relutância de muitos acharem que se experimentarem ou até quando experimentam que vão ficar com o rotulo de gay se outras pessoas souberem, porque lá está, a mente das pessoas podem estar aberta para muitas coisas, mas existem outras tantas que continuam fechadas a sete chaves, porque não querem, nem fazem um esforço sequer em perceber o que quer que seja no que toca ao que lhes façam confusão, então agem como toupeiras. Tal como acharem que as companheiras não vão ver com bons olhos e serem elas mesmo associarem tal comparação. Depende da companheira. Depende da abertura da mesma. Há que haver cumplicidade. Há que haver respeito. Há que se desmistificar. Há que saber separar as águas. Há que, essencialmente ele, e depois ela, lidarem de formal normal com a situação. Pois se tudo for consentido a dois, só aos dois dirá respeito. Afinal, existe sexo anal! Se existe, porquê que só pode ser visto, praticado, do homem para a mulher e não também ao contrário?




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