quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A roupa interior assertiva, é meio caminho para uma queca com sucesso. Oh, oh!


As minhas amigas (algumas), se não existissem, tinham que ser inventadas! Ou serei eu?! Já nem sei... já estou com as bolas todas trocadas.

- Amiga, "ah e tal... eu-faço-e-aconteço-e-mais-não-sei-quantos-com-o-fulano-Y" - porém, quando já estavam no auge dos devaneios, ele despe-se, e quando avança até ela, envergava uns boxers com bonequinhos (oh, que fofinho), e meias brancas (muito bom!).
- Amiga, (olha para ele com cara-de-mete-nojo e diz-lhe), "desculpa, mas perdi a pica".

Risos... parece-me justo, visto que os boxers e as meias, é que faz todo um ser. Sem acrescentar (mas já acrescentando), o que umas meras peças podem causar num momento íntimo. Um impacto catastrófico. (Oh céus!)

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Letreiro


Fosga-se, mas eu devo estar mesmo desactualizada dos "andamentos", só pode.

Porque raio é que quando uma pessoa está sozinha (ou aparentemente), o sexo oposto dá logo como dado adquirido que se está disponível? - Uma das reacções - pedir o número de telemóvel, ou e-mail - (afinal, estamos no século XXI)
Bom, ora vejamos, há de facto quem se ponha a jeito para que esse, e outro tipo de conclusão seja retirado mas, salvo essas excepções, não me parece (de todo), que as pessoas, tenham afixadas na testa um letreiro destes, "HEY! ESTOU AQUI!!" - é que, efectivamente, torna-se importuno, assim como inconcebível. É que às tantas, a questão é, "mas o problema está em mim", ou "em quem está a fazer a abordagem?" - E com isto, cria-se situações desagradáveis, que obriga a se ser pragmático nas suas convicções. O que, nem sempre, é visto com bons olhos. Pois o pensamento vai para, "olha, deve pensar que é a última coca-cola do deserto", ou "arrogante e prepotente. Deve ter a mania que é selecto/a. Há-de ter muitos "amigos" assim, há-de." - E assim, sucessivamente... contudo, pergunto. E saber ter limites, não? Mesmo que se dê uma mancada com determinada abordagem, saber quando deve parar, não? Saber reconhecer que não se é lindo/a e bom/a-como-o-milho para todos/as as meninos/as, também não? Afinal, se todos fossem para a direita, ui... era um congestionamento dos diabos.. mas depois, o meu lado idiota, vem ao de cima e penso, "não posso crer que assim seja. Até porque, confesso que é algo que me deixa deveras confusa. (Ingénua que sou, livra...!)
Porém, logo, logo vem o meu lado racional que diz convicto de si, "naaa... nada disso menina! As pessoas, é que num modo geral, estão desprovidas em relação ao bom-senso. Não vamos tapar o Sol com a peneira, ora essa."

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Mudar de família assim, como quem dá aquela palha


- "Desde que estou com a sicrana, passamos mais tempo na casa da família dela. Agora a família dela, é a minha."

Bom, quando estamos com alguém, é preciso abdicar do que é nosso em prol do outro? Será que reside aí a prova de amor?! Porquê escolhas? Porquê só conviver com uma das família? E, repartir o mal-pelas-aldeias, não? Não acaba por ser mais justo para ambos?

Humm... agora, generalizando, por conversas alheias, conversas próximas, de facto é mais usual, ver, ou ouvir falar que o homem cede  mais nesse prisma. É essa a constatação efectiva. No entanto, algum fenómeno?! Ou é porque num modo geral, os homens, não ligam muito a estas coisas, das visitas, o convívio familiar com almoços, jantares. Sem esquecer, os laços afectivos e afins? Prefiro pensar que às tantas, pronto, são eles, que são mais práticos, e não são tão lamechas, com estes e outros  "pequenos" apontamentos. Até porque, às tantas, até se apercebem que "ganham" mais uns pontos, facilitando nesse campo. (Estou a pôr pimenta na coisa, vá)
No entanto, por experiência própria, sempre estive inserida nas duas famílias. Afinal, ambas são importantes para ambos. São a nossa fonte de alimentação. São também o nosso porto-seguro. (Ou deveria)
Contudo, tirando um apontamento, ou outro, sempe as coisas funcionaram normalmente. Até porque, nada como bom-senso e diálogo, para se chegar a bom-porto.
Porém, também conheço um caso de perto, que ele (sim ele, o que iniciou o post), simplesmente abdicou da família dele, para estar somente com a família dela. Se é uma opção vinda dele, ou influência dela... pois, isso até agora, não consegui perceber, mas que de facto, ele está de corpo e alma para com os dela, ah isso é um facto! Tanto assim, que até já trata a sogra por mãe! (Outra questão pertinente. Nunca consegui tratar os pais dele por pai e mãe. Afinal, pais eu tenho, e mesmo que tivessem morrido, (o que não é o caso, graças a Deus), não chamava tal coisa. Afinal, ninguém é substituível)
Voltando ao cerne do post, sendo ou não sendo bastante frequente, por esses casais a fora, tal situação castiça, de se estar somente num dos lados (família), o que é certo, é que as estatísticas, não enganam! Pelo menos, as estatísticas do disse-que-me-disse.

Ele há com cada um, livra...!

domingo, 4 de dezembro de 2011

Apetece-me!

Ouvir (isto)!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Apontamentos de leitura


Ficou na retina...

"Sabem como o silêncio pode meter-se nos tímpanos na escuridão e ensurdecer-nos? É isso que acontece, por isso quase não oiço a resposta.
- De que lado estás?
- Quem disse que havia lados?
Há sempre lados. Há sempre um vencedor, e um perdedor. Por cada pessoa que recebe, há sempre outra que tem de dar."

- Jodi Picoult, "Para a minha irmã"

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pronto!


Bastou partir dois pratos para libertar o stress.
(Oh céus! Qualquer dia, não tenho pratos.)

Bom fim-de-semana!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Gestos belos, têm e devem de ser partilhados! No entanto, o que escrever, mediante tamanha declaração? - Oh, nada... somente sentir cada palavra, cada parágrafo.

"Quando sair este jornal, a Maria João e eu estaremos a caminho do IPO de Lisboa, à porta do qual compraremos o PÚBLICO de hoje. Hoje ela será internada e hoje à noite, desde o mês de Setembro do ano passado, será a primeira vez que dormiremos sem ser juntos.

O meu plano é que, quando me expulsarem do IPO, ela se lembre de ir ler o PÚBLICO... e leia esta crónica a dizer que já estou cheio de saudades dela. É a melhor maneira que tenho de estar perto dela, quando não me deixam estar. Mesmo ficando num hotel a 30 passos dela, dói-me de muito mais longe.
...

Eu estou aqui ao pé de ti. Como tu estás ao pé de mim. Chorar em público é como pedir que nada de mau nos aconteça. É uma sorte. É o contrário do luto. Volta para mim."



- Miguel Esteves Cardoso, "Crónica do Público do dia 28 de Novembro de 2011."