Porque temos que ser sempre práticas. Porque temos que nos valer com o que temos à mão e, acidentes, assim como esquecimentos, acontecem. Assim sendo, nada como usar a imaginação e, dar corda às mãos. Num passo de mágica, com um simples trapo (camisa dele), ficamos com um modelito super nice, (aqui).
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Ops! E agora?!
Porque temos que ser sempre práticas. Porque temos que nos valer com o que temos à mão e, acidentes, assim como esquecimentos, acontecem. Assim sendo, nada como usar a imaginação e, dar corda às mãos. Num passo de mágica, com um simples trapo (camisa dele), ficamos com um modelito super nice, (aqui).
domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Apontamentos de leitura
Ficou na retina...
"Se existisse uma religião do Annaísmo, e eu tivesse de explicar como tinham os seres humanos chegado à Terra, seria assim: no início, não existia absolutamente nada, excepto a Lua e o Sol. E a Lua queria surgir durante o dia, mas havia algo muito mais brilhante que parecia preencher todas aquelas horas. A Lua ficou esfomeada, cada vez mais magra, até que se tornou apenas uma fatia de si própria, e as suas pontas eram afiadas como uma faca. Por acaso, porque é assim que a maior parte das coisas acontece, ela abriu um buraco na noite e de lá saíram milhões de estrelas, como uma fonte de lágrimas.
Horrorizada, a Lua tentou engoli-las. E por vezes isso resultava, porque ficava mais gorda e mais redonda. Mas na maior parte das vezes, não resultava, porque havia demasiadas estrelas. As estrelas continuavam a surgir, até fazerem o céu tão brilhante que o Sol ficou com inveja. Ele convidou as estrelas para o seu lado do mundo, onde havia sempre luz. O que ele não lhes disse, porém, foi que durante o dia, elas nunca seriam vistas. Portanto aquelas que eram estúpidas saltaram do céu para o chão, e congelaram debaixo do peso da sua própria insensatez.
A Lua fez o melhor que podia. Esculpiu cada um destes blocos de remorso transformando-os num homem ou numa mulher. Passou o resto do tempo a observar para que não caíssem mais estrelas. Ela passou o resto dos seus dias agarrada ao que lhe sobrou.
- Jodi Picoult, "Para a minha irmã"
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
O tempo delas, as meias e (risos), não só!...
Pois é, gosto e uso, assim como abuso das meias de rede. (Já fiz um post sobre)
Porém, o que me trás a escrever este post é nada mais, nada menos do que, as ligas e tudo inerente ao "conjunto". Gosto mais de ver do que usar, convenhamos. E porquê? Porque já usei. Aliás, gastei uma pipa de massa para nada! Oh céus!... é tudo muito sexy e tal... depois, imaginamos que vai causar um impacto daqueles (e causa), mas na prática, tem muito que se lhe diga... e porquê? Porque se torna desconfortável andar muitas horas com as ligas e as meias e tudo mais. Começam a deslizar (as meias), as ligas, começam a ficar folgadas e mais-não-sei-quantos... e porque nem sempre o que parece é...
... Não vamos mais longe, a imagem do post, parece simples e tudo e tudo, mas andar um dia inteiro, ou até umas horitas que sejam, ai, ai... confesso que não fui muito à bola. No entanto, tive a curiosidade de experimentar e apimentar o momento. O impacto visual de quem nos vê naquele aparato é delicioso e, visto as coisas nesse prisma, até que por momentos acredito que valeu a pena, mas por breves devaneios, confesso. Porém, a mensagem que quero passar, é que sem dúvida quando vemos essas manequins todas sexys e coisa e tal... é de pôr as interrogações a dar a dar. Em suma, esses apontamentos sensuais aos olhos de quem vê, são um máximo! Mas, para quem usa, efectivamente, tem muito que se lhe diga... mas, no entanto, não deixem nada por fazer! Mesmo que depois cheguem à conclusão que não era bem isto ou aquilo que imaginavam... contudo, experimentaram e viveram! Mais que não seja, o momento que foi proporcionado.
... Não vamos mais longe, a imagem do post, parece simples e tudo e tudo, mas andar um dia inteiro, ou até umas horitas que sejam, ai, ai... confesso que não fui muito à bola. No entanto, tive a curiosidade de experimentar e apimentar o momento. O impacto visual de quem nos vê naquele aparato é delicioso e, visto as coisas nesse prisma, até que por momentos acredito que valeu a pena, mas por breves devaneios, confesso. Porém, a mensagem que quero passar, é que sem dúvida quando vemos essas manequins todas sexys e coisa e tal... é de pôr as interrogações a dar a dar. Em suma, esses apontamentos sensuais aos olhos de quem vê, são um máximo! Mas, para quem usa, efectivamente, tem muito que se lhe diga... mas, no entanto, não deixem nada por fazer! Mesmo que depois cheguem à conclusão que não era bem isto ou aquilo que imaginavam... contudo, experimentaram e viveram! Mais que não seja, o momento que foi proporcionado.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
As aparências
Não fosse um pau de dois bicos...
Já não é a primeira vez que me acontece estar num sítio qualquer e ver determinada pessoa, e pela sua aparência ou postura automaticamente remeter a minha conclusão de análise feita assim num ápice. Com este meu comportamento, que é fluido, logo, nem me dou conta que comento, reparo, tiro ilasões do mesmo. No entanto, confesso que quando fico a pensar nas minhas acções e comportamentos, fico com o sobrolho assim, meio para o levantado. Isto porque a preocupação se torna constante. Contudo, sem dar por ela, muitas vezes penso para o meu decote: "bolas Essência, não podes ser assim! Não podes tirar o raio-x desta ou daquela só pelo comportamento, ou até mesmo pela aparência, quiçá rosto."
Sim, tenho plena consciência e esta análise, deixa-me inquieta. Pois penso que estou a ser preconceituosa, ou radical, ou precipitada. No entanto, raios, sei que não sou! Sou selecta nas amizades, sim é um facto! Assim como quando o meu santo não bate com o santo da outra pessoa, não dou muitas aberturas. Só o necessário. Mas, num modo geral, dou o beneficio da dúvida. Aqui, nesta situação particular, acredito que talvez por serem situações pontuais de pessoas-momentos-reacções que passam por nós e nos contemplam com este ou aquele cenário, que nos remetem logo para o raciocínio - "existem pessoas que se põe a jeito para este, ou outro tipo de apreciação". - Não vamos longe. Pensamentos que são um cliché, tais como - "tem ar de vaca", ou "tem a mania que é bom", ou "tem ar de badalhoca", ou então, "tem mesmo ar de-não-me-toques". (E ficava aqui a debitar exemplos até mais não)
Pois, pois... e, agora pergunto? Será que o mal é de quem julga, ou de quem está a ser julgado? - É pertinente, convenhamos.
Porém, um destes dias, estava com alguém que fez exactamente o mesmo. Olhou para determinada pessoa, virou-se e disse: "olha lá, não parece que tem ar de borracheirão?" (Oh céus!)
Porém, um destes dias, estava com alguém que fez exactamente o mesmo. Olhou para determinada pessoa, virou-se e disse: "olha lá, não parece que tem ar de borracheirão?" (Oh céus!)
Obviamente que a gargalhada foi geral. E automaticamente pensei - "afinal não sou a única a fazer juízos de valores" - Afinal de contas e somando tudo, o mal, não pode ser só de quem vê, mas também de quem se põe a jeito. (Mais uma vez)
Eu sei, eu sei que não devemos julgar as pessoas pela aparência. Não somos mais que ninguém para isso. Mas, somos seres humanos, não máquinas. Com defeitos, com qualidades. E mesmo que possamos ter consciência do que é errado, aqui neste tema, parece-me que é conclusivo o raciocínio. Ou seja, que o tempo para pensar no sucedido, vem depois. Assim como estou a fazer agora. Isto porquê? Porque é mais do mesmo em pessoa sim, pessoa sim e, quem não tiver telhados de vidro, que atire a primeira pedra. Contudo, apesar de ser feio o acto de julgar, não me sinto má, estúpida, arrogante, entre outros nomes que tais por fazê-lo. De todo. Até porque como se diz por aí, "quem diz a verdade, não merece castigo".
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Pão-Por-Deus
Hoje, é o dia de bater-de-porta-em-porta com a música - Bom dia! Pão por Deus!! - Música que soava tão bem aos meus ouvidos... melhor ainda quando via o meu saquinho cheinho, cheinho como só ele. Sem falar quando a minha carteira ficava pesadinha com os tostões. Gostava bastante desse tempo...
Hoje em dia, já crescidota e, por mais incrível que possa parecer, desde que tenho casa, nunca tive uma única criança que viesse bater-me à porta. Nunca! No entanto, para mim é pena, confesso.
Porém, há quem não goste de ser incomodado/a nesse dia, logo pela manhã pelas crianças afoitas e expectantes pelo dia, mas esquecem-se que um dia, também já foram crianças e fizeram, exactamente a mesma coisa, ou outras que tais.
Por tudo isto e até muito mais que deixo o meu contributo, (aqui).
Bom feriado!
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