segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Deslumbramento


Há quem pense que o deslumbramento seja algo positivo, no sentido de estar a valorizar outro alguém. Passa também por enaltecer as suas virtudes. Em suma, que o estado de deslumbramento seja uma maneira de mostrar a outro alguém que o/a ama, admira, respeita, que está ali, atento/a.
Assim como, há quem pense exactamente o contrário. Ou seja, que esse estado seja negativo no sentido de ser uma ilusão óptica para quem está nesse mesmo estado e, ingrato para quem está em foco. Isto porque, as ilusões são como os balões de ar. São altivos na sua beleza, assim como magníficos na sua grandeza mas, depois quando rebentam, todo o encantamento desaparece...

Pragmático no entanto, o deslumbramento, pode ser visto como positivo, ou negativo?

domingo, 30 de outubro de 2011

Apetece-me!

Ouvir (isto)!

sábado, 29 de outubro de 2011

Apontamentos de leitura


Ficou na retina...

"Vão-se todos foder. Deveria ter isso tatuado na testa, considerando todas as vezes em que pensei nisso."

- Jodi Picoult, "Para a minha irmã"

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades?


Em conversa com um amigo que já foi casado e que neste momento está separado, mas que está a ter uma nova relação disse-me por entre portas e travessas que enquanto foi casado (4 anos), nunca teve o ímpeto de comprar roupa interior para a mulher. Segundo ele (depois de ser massacrado com perguntas para poder perceber o cerne da questão), nunca teve esse ímpeto, porque comprava com ela (!!). Depois, porque tinha medo de cometer uma grande gaffe (segundo ele), em não comprar o número certo (!!).
Obviamente que ouvi a explicação dele e nada disse. Mas fiquei deveras intrigada com esta "explicação". Achei demasiado taralhoca para um homem vivido (segundo consta). No entanto, e porque afinal, ele prontificou-se a esclarecer as minhas dúvidas (um querido), mesmo que no final (confesso), fiquei pior do que estava, mas pronto, mesmo assim, fiquei na minha e nada lhe disse das minhas dúvidas. No entanto, as questões, ui, essas, estão aqui a saltitar de um teco para o outro. Oh céus!! Ajudem-me, sim?

Então, um homem que está casado há 4 anos, nunca quis apimentar os seus devaneios e desejos?! Nunca quis surpreender de forma caliente a mais-que-tudo?! - Apimentar uma relação faz parte e este tema passa por isso (claro que há outras formas), mas o foco é este.
Não quis com a relação que tinha mas, com esta nova, pondera a experiência... o que se passa aqui? Muda-se os tempos, muda-se as vontades? - Obviamente que são pessoas diferentes (as mulheres), nomeadamente nos gostos como num todo, hábitos, rotinas e afins, assim como a relação. Será isso? Será que passa por aí? - Mas, mesmo sendo pessoas diferentes, aqui o que está em questão, são os devaneios dele, a vontade que tem em "participar" neste campo íntimo da mais-que-tudo. Opinar, ser parte activa nesse departamento. Independentemente se a Maria ou a Francisca gosta ou até usa. - Porém, este tema parece um carrossel. Isto porque volto ao mesmo ponto. O que pode motivar uma pessoa, neste caso particular, um homem a mudar radicalmente de postura?

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mas qual é o fenómeno?!


Eu sei, eu sei que uma mulher por norma anda com a casa atrás (dentro da mala, entenda-se). Também sei que as mulheres têm mais "utensílios" em termos de vestimenta e até acessórios. Também sei que mediante a vestimenta, levamos mais ou menos tempo no WC (já não menciono o que se faz dentro das quatro paredes. Até porque eu, particularmente, sou bastante rápida no assunto e, verdade se diga que, em WC´S públicos evito qualquer contacto com o sanitário, assim como "coisas" mais prolongadas. Se é que me faço entender, assim como calculo que isso também não seja deveras importante para os demais, mas...).
Ora bem, isto tudo para dizer que achei estonteante numa semana, ir a dois WC´s públicos em sítios diferentes, e os mesmos estarem à pinha. Filas enormes até mais não. E, ao lado, os WC´s dos homens, sempre a darem-lhe gás. Nada de filas e eles por vezes, até olhavam de esguelha a pensar "o que se passa aqui?!" - digo eu, às tantas... isto porque até eu, enquanto esperava e bufava (sim, fartei-me de bufar), questionava o mesmo. Até pensei se porventura estavam a ter bebés (só para se ter a noção do tempo de espera que foi, fosga-se!).
Confesso, que nestas alturas algumas mulheres transcendem-me, bolas! Oh raça! De facto, não são nada boas umas para as outras, livra (entenda-se que estou a generalizar, okay?).
Pequenos apontamentos que se fazem notar a léguas...
Em jeito de conclusão, fiquei sem perceber o fenómeno (risos).

27-10- 2011

Um novo ciclo começa. Desejo para ti, para mim, para nós que tudo corra pelo melhor. Cada um com o seu papel. Cada um focado no que verdadeiramente importa e faz sentido. Desejo também que o fecho deste ciclo seja positivo e que os danos, não sejam relevantes para quem mais amamos. (Só eu sei o que aqui vai...)


Até já!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Ai minha nossa!!


Há uns dias atrás...

- Zunfinha: Mamã, há um menino lá na escolinha que anda sempre atrás de mim. É chato. Não gosto dele e não quero brincar com ele.
- Eu: Bebé, não podes ser assim. Se ele não te faz mal e só quer brincar contigo, não o podes tratar dessa maneira. Isso não se faz, vá.

Ontem...

- Zunfinha: Mamã, sabes aquele menino que era chato e que eu não queria brincar com ele? Afinal, gosto de brincar com ele. Até me deu um beijinho.
- Eu: Deu-te um beijinho?! Onde??
- Zunfinha: Na cara, mamã. Mas ele queria dar na boca como os namorados fazem, mas eu disse-lhe que não. Se queria dar-me um beijinho que tinha que ser na cara e ele depois deu. É que sabes mamã, tenho nojo.
- Eu: Há bom...

Oh céus! O que se passa aqui?! Sou eu que estou a ficar velha? A minha Zunfinha está a crescer? Mas, mas ela só tem 5 anos (oh, eu devo ter feito uma expressão que, nem quero pensar. De uma autêntica idiota, portanto)!!
Eu sei, eu sei que no nosso tempo também brincávamos aos papás e às mamãs entre outras brincadeiras que tais... mas bolas, não gostei do que senti quando a minha bebé me veio com esta conversa. Ainda não estou preparada, quiçá mentalizada para essa etapa. Até porque é ainda muito cedo. Gosto cá muito da carroça à frente dos bois, gosto. Gosto é de cada coisa a seu tempo, isso sim!