domingo, 11 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Decepção!
Daquelas...
Li o livro que tanto andei a evitar. Amei simplesmente por tudo existente em mim...
Estava doida por ver o filme. Sim, muito! Como também, andava doida por ver se as imagens assim como os lugares e tudo mais que tinha criado na minha mente. Pensava eu que, seriam fidedignos com aquele filme que finalmente tinha encontrado após andar de Fnac em Fnac a procurar algo que mais parecia um oásis. No entanto, quando dava por perdido, eis que se dá o encontro imediato. E, mal via a hora de pôr os meus olhinhos e os sentidos todos naquela história que iria passar de palavras e mais palavras, imaginação e mais imaginação, para acção concreta daquelas personagens que já moravam na minha mente.
Numa tarde de domingo, o tempo estava murcho como só. Convidada gritantemente por sofá, manta e tv. Não sendo tarde nem cedo, opto por ser naquele dia. Vi o filme com toda a atenção do mundo. Lembrei-me de cada deixa que estava igual ao livro. Cada momento mas, ao longo do filme fui-me apercebendo que não era igual. (Sei que nunca é), Mas bolas! Aqui foi flagrante as evidências constatadas! Desde o início ao fim. O fim então, foi qualquer coisa de surreal. Como mudam a história drasticamente do filme para o livro?! É que foi exactamente isso que aconteceu aqui! Fiquei decepcionada. Isto porque, gostei do livro. Mesmo não estando à espera do final do livro, consegui perceber a mensagem que a autora quis passar. Achei pertinente. O filme... pois, foi completamente o oposto. E quem não vê ambos (livro/filme), engole. Mas, quem vê os dois... deixa a desejar. Não pela história, mas sim pela incoerência de um para o outro. Contudo, é "aquele" livro. Tanto é que, durante algum tempo, irei textualizar pequenos apontamentos do mesmo. No entanto, não podia deixar passar em branco esta nódoa.
Numa tarde de domingo, o tempo estava murcho como só. Convidada gritantemente por sofá, manta e tv. Não sendo tarde nem cedo, opto por ser naquele dia. Vi o filme com toda a atenção do mundo. Lembrei-me de cada deixa que estava igual ao livro. Cada momento mas, ao longo do filme fui-me apercebendo que não era igual. (Sei que nunca é), Mas bolas! Aqui foi flagrante as evidências constatadas! Desde o início ao fim. O fim então, foi qualquer coisa de surreal. Como mudam a história drasticamente do filme para o livro?! É que foi exactamente isso que aconteceu aqui! Fiquei decepcionada. Isto porque, gostei do livro. Mesmo não estando à espera do final do livro, consegui perceber a mensagem que a autora quis passar. Achei pertinente. O filme... pois, foi completamente o oposto. E quem não vê ambos (livro/filme), engole. Mas, quem vê os dois... deixa a desejar. Não pela história, mas sim pela incoerência de um para o outro. Contudo, é "aquele" livro. Tanto é que, durante algum tempo, irei textualizar pequenos apontamentos do mesmo. No entanto, não podia deixar passar em branco esta nódoa.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Soltas
- "É curioso que se chame de sexo oral justamente a prática sexual em que menos se pode falar!!"
Woody Allen
Adenda:
Não obstante, creio que, seja talvez pelo uso excessivo (ou não), da língua.
Oh céus! (Risos)
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Dia importantíssimo a assinalar no Roupa Prática!
Uma pessoa faz uma pausa, pois, para pensar nos disparates que anda para aqui a escrever e, quando vem, puf! Dá de caras com números risonhos. Contudo, mais do que os números (são só para as estatísticas), é a partilha que reina por aqui.
Ai... mas vocês andam todos tontinhos de todo! Porém, aviso já que no Roupa Prática, não existem seguros e afins. Isto porque para tantas tontarias e devaneios que se destilam por estes posts a fora, vocês só podem estar tontinhos de todo para continuarem por aqui. Quiçá ainda ficam (se já não estão), contagiados com esta epidemia (tontarias e devaneios), mas eu já me acautelei. Não sei de nada... porém, só me resta agradecer a vossa resistência.
Aos leitores assim como aos seguidores (sim, porque para mim existe diferença. Mas este tema ficará para outras núpcias...).
A todos sem excepção, muito obrigada! (Pela "vossa essência" em "minha essência")
E, a brincar a brincar... em 2 anos de existência, o Roupa Prática, já vai com 300 membros. 133500 visitas. Assim como, 10816 comentários. Sem esquecer (pois claro), nas 867 postagens. Ufaaa, mas como?! (Risos)
Um bebé ainda, portanto.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
E, quando nos sentimos desprovidos de sentimentos, o que fazemos?
Não sentir pena, dó, compaixão, ou outro sentimento por outro alguém é mau. É péssimo. Analisando nua e cruamente nas duas vertentes, mais empolado se torna. Ao nos depararmos com esse vazio em nós, assim como constatar esse facto. Sentimos-nos pequenos. Sentimo-nos vazios. Sentimo-nos desprovidos de qualquer sentimento por mais vago que seja. Porém, porque nos sentimos assim, mal connosco? Porque ficamos inquietos, pensativos, mesmo que esse alguém já nada nos diga? Mesmo depois de tantas maldades causar? Porquê que esse mal se entranha em nós? Sentimo-nos sujos e feios de tais sentimentos que simplesmente se instalam sem sequer pedir licença. Pois se acha no direito de entrar. Mas, mesmo assim, mesmo sabendo que se tem a consciência tranquila, que não se é sujo nem feio porque unicamente se foi um pião na mesa de xadrez de alguém que não teve dó nem piedade em derrubar na primeira jogada. E, quando chegou ao cheque-mate, arrecadou os sonhos, a vida de outro alguém sem misericórdia Os estragos dessa jogada, foram fatais e, catastróficas. Mesmo assim, esse mau estar, corroí nas entranhas. Porque simplesmente, não há identificação dessa transformação em nós. Porque parece que se está noutro corpo, noutra mente. E aí, começa a montanha russa de conflitos e sentimentos. Começa uma imensidão de turbilhões que nos deixa zonzos e, o que só se quer é paz de espírito. Mas a vida, teima em trazer mensagens. Teima em colocar pessoas na nossa vida que não nos deixam esquecer o que ficou lá atrás. Lá longe... mas que hoje, parece tão perto. De tal maneira, que bastou um telefonema para este misto vir à tona.
- "A xxxx, vai ser operada e, corre sérios riscos de ficar numa cadeira de rodas."
Ouve-se a mensagem e nada se sente. Nada. Nada se consegue dizer. Somente um silêncio esmagador é permanecido até se desligar o maldito telefone.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Homens deste blog, façam o favor de chegar aqui à Essência, sim?
Em conversa com um amigo, surgiu na pauta um tema que achei deveras curioso. Porém, tentei espremer a opinião dele, mas que nada, não consegui arrancar uma frase. Aliás, consegui, arrancar um sorriso amarelo e, um esgar em conjunto com umas faces rosadinhas como só. (Vergonha, sei...)
Assim sendo, só me resta trazer o tema para aqui. (Oh que chatice!)
- "O que faz os machos deste planeta enviarem uns aos outros fotos de mulheres nuas?"
Há explicação plausível?!
Os meus olhinhos só estão aqui para ler, as pérolas.
Adenda:
Meninas, não se acanhem e metam os vossos dedos na caixa de comentários, sim?
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
ON
No entanto, e só para variar um bocadinho, vim com uma dúvida existencial por demais. Por causa (disto), e (disto), e porque de facto não faço a mais pálida ideia (porque não me consigo lembrar mesmo!!), se se dizia "é fruta oh chocolate" ou "é fruta oh gelado" que trouxe para ser desmistificado. E porque desde que esta dúvida pairou nesta mente taralhoca que não consegui tirar daí o sentido e a pausa não mais foi a mesma... oh céus! Posto isto, e em jeito de suma, estou aqui que nem posso para saber realmente qual o termo certo. Assim sendo, conto (como sempre), convosco!
Bem-vindos de volta!
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