domingo, 7 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Apontamentos soltos
O génio o crime e a loucura, provêm, por igual, de uma anormalidade; representam, de diferentes maneiras, uma inadaptabilidade ao meio.
Fernando Pessoa
Breve é a loucura, longo o arrependimento.
Friedrich Schiller
A única diferença entre a loucura e a saúde mental é que a primeira é muito mais comum.
Millôr Fernandes
Uma ira desmedida acaba em loucura; por isso, evita a ira, para conservares não apenas o domínio de ti mesmo, mas também a tua própria saúde.
Sêneca
Para obter êxito no mundo temos de parecer loucos mas sermos espertos.
Barão de Montesquieu
Todos nós podemos errar, mas a perseverança no erro é que é loucura.
Zenão de Cítio Zenon
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
É o que dá ser "educada"...
Esta agora...
Então, entalo o dedo e automaticamente sai-me um foda-seeeeeeeeeeee!! (Fiquei azul)
Reacção do lado - "Mas tu não és de dizer asneiras!" (Ar aparvalhado)
Bolas, mas eu entalei e bem o raio do dedo!
E sim, racionalmente sai-me um fosga-se de quando em vez, mas numa aflição/impulso... ora!!
E sim, racionalmente sai-me um fosga-se de quando em vez, mas numa aflição/impulso... ora!!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Essencialmente depende do bom-senso!
Em conversa com uma pessoa...
... contava-me uma situação de um amigo que está a viver uma fase complicada. No sentido de ter terminado uma relação e a namorada estar grávida. Nos entretantos, soube entre portas e travessas da gravidez. Não procura a a ex-namorada para saber se é o pai assim como ela também nada diz...
A conversa entre nós surge daí! Eu, acho que ele tinha que ir procurar a rapariga. Mesmo que ela tenha tido uma atitude pouco correcta de nada lhe dizer, mas também não sabemos o que a motivou a tomar tal postura. Porém, acho de facto que ele deveria tirar as dúvidas que o atormentam e não estar à espera que se confirme que seja o pai. Contudo, a única certeza que ele tem é que ela vai seguir com a gravidez para a frente. Desde ponto da situação surge esta opinião da pessoa com quem falava: "Eu sou a favor da mulher ter a liberdade de poder interromper voluntariamente a gravidez! Tanto assim que fiz questão de votar, mas acho que ficou uma lacuna muito grande quando deixaram completamente o pai de fora. Fora da lei aprovada. Ou seja, a mulher quer queira ou não continuar com a graviddez não tem que dar cavaco ao pai. E sinceramente acho, que pelo menos a mãe deveria de informar que está grávida assim como manifestar a intenção de continuar ou não com a gravidez. Porque se somos achados para dar o nome e para as responsabilidades, também devemos de ser avisados do rompimento da gravidez tal como a boa-nova (ou não). Afinal, contribuimos para esse estado. Porém, reafirmo! A última palavra é sempre da mulher, mas deveriamos ter conhecimento, sempre!"
Posto isto, qual a vossa perspectiva?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Não me perdoo!
Como é possível depois de tantas idas e vindas à caixa de pandora nunca me ter lembrado de uma pérola de infância/adolescência?! Juro que não me perdoo!! Foi preciso vir (aqui), a esta simpática leitora para que fizesse click e tudo me viesse à mente...
Então não é que eu tinha um amigo que todo ele era tiques e jeitos que eram qualquer coisa de bradar aos céus! Tais como coçar os testículos (oh palavrinha linda!), em qualquer lado que estivesse e com quem se encontrasse. Bastavam os chatos e tudo mais darem o ar da sua graça e era vê-lo a fazer "festinhas" para acalmar a coisa... assim como tinha o péssimo hábito de palitar os dentes com a própria língua (até hoje estou para saber como fazia tal proeza), mas o facto é que era vê-lo com o gesto e pior, o som (aí aquele som irritante e repetitivo como só). Oh céus! Depois tinha tirado um quisto ali naquela zona da bochecha e ficou com um buraco, no qual que desconfio que grande parte daquele barulho era derivado do ar que saia dali... só vendo aqueles gestos naquela figura que era qualquer coisa de... nem sei, nem encontro um adjectivo à altura para tal pessoa. Porém, mesmo sendo gozado pelos amigos e tudo mais (porque também se punha a jeito para isso), era um paz de alma e estava sempre pronto para os tais "amigos". Talvez por se sentir inferiorizado. Não se sentir o cool. Mesmo tentando, mas com aqueles tiques e afins era complicado, mas era um bom rapaz, sim, apesar daqueles tiques enraizados nele. Porque às tantas eu acredito que nem ele já se dava conta dos actos assim como as figuras a que se submetia. Contudo, em jeito de conclusão, admito sem dúvida alguma que é uma figura que ficou entre outras coisas que tais...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Smile, o mote de tudo!
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades! Ou melhor, as interpretações!
Volta e meia, basta uma conversa corrida no msn, sms e afins sem se introduzir um smile ou daqueles bonequinhos fofuscos para os sentidos no outro lado ficarem em alerta. E automaticamente é mais do mesmo com: "então, estás bem?" ou "passa-se alguma coisa?" (...)
Assim que sou bombardeada com perguntas destas fico logo pior que ursa. E começo a pensar o que me escapou, ou se na dita conversa corrida possa ter dito algo que a pessoa tenha interpretado de maneira errada. Sim, porque isto de comunicar desta forma tem muito que se lhe diga. É como se andássemos sempre no fio da navalha. Basta uma vírgula, um se, ou até uma palavra com duplo sentido para cair o Carmo e a Trindade. Porque o Português é traiçoeiro e as interpretações são mais ainda. E em suma, os males entendidos dão-se assim muitas vezes. Porém, qual não é o meu espanto que após perguntar o porquê de tais perguntas, do outro lado respondem-me: "é que desde que iniciamos a conversa ainda não enviaste um smile. Ou qualquer outro boneco. Estás com um discurso sério... bla, bla, bla."
Wow!... (?!), é que ainda me dou ao trabalho de ir rever o que escrevi e nada vejo de sério. Nada de anormal no que diz respeito no meu estado de espírito. Nos entretantos, enquanto estou a fazer esta introspecção penso também: "o que um boneco pode mudar!!". É que nem sempre estamos para ai virados para os bonecos e os fofuchos todos. Nem sempre nos lembramos. Porque raio isso tem que ser determinante para toda uma interpretação escrita?! E se for ao contrário? Se estamos mal-dispostos ou queremos tapar o sol com a peneira e numa conversa metemos os tais bonecos, como é que a pessoa vai saber? Pois, não tem como. Somente pela escrita não há como! Por isso não se pode (ou não se deveria), basear nos bonecos que são óbvios para representar um determinado estado de espírito. Nem sempre o óbvio é o certo! Contudo, o que de facto acho pertinente é "perder" tempo em interpretar nas entrelinhas. Isto porque se ganha mais! Ou seja, exercita-se a mente.
Wow!... (?!), é que ainda me dou ao trabalho de ir rever o que escrevi e nada vejo de sério. Nada de anormal no que diz respeito no meu estado de espírito. Nos entretantos, enquanto estou a fazer esta introspecção penso também: "o que um boneco pode mudar!!". É que nem sempre estamos para ai virados para os bonecos e os fofuchos todos. Nem sempre nos lembramos. Porque raio isso tem que ser determinante para toda uma interpretação escrita?! E se for ao contrário? Se estamos mal-dispostos ou queremos tapar o sol com a peneira e numa conversa metemos os tais bonecos, como é que a pessoa vai saber? Pois, não tem como. Somente pela escrita não há como! Por isso não se pode (ou não se deveria), basear nos bonecos que são óbvios para representar um determinado estado de espírito. Nem sempre o óbvio é o certo! Contudo, o que de facto acho pertinente é "perder" tempo em interpretar nas entrelinhas. Isto porque se ganha mais! Ou seja, exercita-se a mente.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Quem tem mãe tem tudo!! Até os momentos mais hilariantes do dia!
A minha Mary é daquelas mães que, volta e meia liga. Só porque sim! Hoje, não foi excepção, mas ao contrário dos restantes dias hoje, tive direito a uma cena que podia ter sido imperdível. Isto se não estivesse ao telefone. Tive mesmo pena de só ter ouvido e não visto. Mas não se pode ter tudo.
- Mary: Bom dia filha! Estás bem? Está tudo bem?
- Essência: Sim e consigo?
- Mary: Sabes como costumo estar depois da fisioterapia. Estou um caco.
- Essência: Nada como um duche e uma caminhada para desenferrujar, vá não seja preguiçosa!
- Mary: (Danada)
- Essência: Risos....
Entretanto, termina-se a primeira chamada do dia, mas após uma meia hora no máximo eis um novo telefonema...
- Mary: (Risos): Sou eu novamente.
- Essência: A sério mãe?! Eu nem notei nem nada! (Risos)
- Mary: Falamos pouco à bocado e resolvi ligar novamente (estivemos uns 10/15 minutos sensivelmente ao telefone. Isto é, na chamada anterior).
Depois de algum tempo de conversa a minha Mary começa...
- Mary: Ai, ai! Estou aflita! Tenho que ir fazer chichi.
- Essência: Então vá!
- Mary: Bla, bla, bla...
- Essência: Então, não vai? Ainda se mija toda. (Risos)
- Mary: Bla, bla, bla... ai, estou mesmo aflita! Vou fazer chichi nas cuecas. Não aguento (começa a risota. E quando começa nunca mais pára e depois dá bodega).
- Essência: Mãeee! Desligue e vá à casa de banho! Depois volta a ligar e falamos mais um pouco.
Mary- Eu estou a ir, mas não sei se aguento. (Anda a passo de caracol e a risota é uma constante. Largar o telefone que é bom nem pensar!)
Entretanto a voz do meu pai aparece de fundo e começo a ouvi-lo a ralhar com ela (pior a emenda que o soneto).
Às tantas era a minha mãe a rir-se que nem uma perdida. O meu pai atrás dela a segurar o telefone e a ralhar e eu a rir-me como se não houvesse amanhã a imaginar aquela cena que devia ser hilariante. Oh céus!
Porém, quando a minha mãe chega à sanita, o meu pai a segurar o telefone e ela a puxar as calças e tudo mais eis que puf! O chichi foi mais rápido que ela (como se fosse difícil), e sai pelas pernas abaixo. (Risos)
Era ouvi-la a gritar que não tinha chegado a tempo. Era ouvir o meu pai a dizer-lhe: "Bem feita! Quem te manda ser teimosa." E eu farta de me rir...
Após desligar o telefone pensei para o meu decote: "Porquê que a dona Mary não desligou o telefone, ou eu, ou em última instância, o meu pai?! (Risos): Realmente... mas estes momentos ninguém paga!"
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